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26 de Mar de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Trabalho do governador Marconi e da Adial foi importante para suspender a ADI no SFT - Jornal Brasil em Folhas
Trabalho do governador Marconi e da Adial foi importante para suspender a ADI no SFT


O diretor de Relações Institucionais da Mitsubishi Motors do Brasil, Alfredo Sestini Filho, ressaltou, nesta segunda-feira (13/3), a importância do trabalho do governador Marconi Perillo na suspensão da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), do governo de São Paulo, que questionava benefícios fiscais goianos. A ação tramitava no Supremo Tribunal Federal (STF) e foi retirada da pauta pela ministra Rosa Weber, após articulação do governador Marconi Perillo, do vice, José Eliton e de empresários.

“O trabalho feito pelo governador Marconi Perillo e pelo pessoal da Adial (Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás) foi de absoluta importância”, apontou o diretor da Mitsubishi, após reunião da Adial, no Rizzo Plaza, em Goiânia. Sestini destacou a importância de programas de benefícios fiscais ao afirmar que o investimento de R$ 1,2 bilhão da Mitsubishi em Catalão, entre 2012 e 2014, só foi possível graças à política de incentivos praticada em Goiás. À época, a empresa ampliou as instalações e a capacidade de produção foi dobrada.

No encontro com mais de 30 empresários, o presidente da Adial, Cesar Helou, explicou como foi realizada a articulação dos empresários com Marconi e José Eliton até a suspensão da tramitação da ADI. “Não foi uma coisa simples. Trouxemos essa informação para que nossos associados pudessem entender e valorizar as pessoas que trabalharam [na articulação]”, declarou. “Quando precisa ser urgente, o governador provou que sabe ser urgente”, elogiou o presidente da Adial.

Cesar Helou declarou que as mais de 400 empresas que possuem incentivo fiscal em Goiás teriam seus negócios inviabilizados, caso a ADI prosperasse no Supremo, por causa da perda da competitividade. “Se acaba o incentivo fiscal, essas empresas vão migrar, vão sair daqui e ir para outros estados. Em um prazo de um ano poderiam acabar de 500 mil a 1 milhão de empregos”, contabilizou.

 

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