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 Medidas tomadas por Marconi antes do agravamento da crise foram decisivas para geração de empregos - Jornal Brasil em Folhas
Medidas tomadas por Marconi antes do agravamento da crise foram decisivas para geração de empregos


Goiás goza do posto de um estado dos mais importantes na indução do crescimento nacional. O governo de Goiás, com a determinação do governador Marconi, tem feito a sua parte. O fato tem também muita relação com as medidas adotadas por ele em 2014, ocasião em que determinou a redução do número de secretarias de 16 para 10, a extinção de 5 mil cargos comissionados e de outros 9 mil temporários, dando o exemplo e direcionando a máquina do governo no rumo de uma gestão mais racional e equilibrada. Essa definição faz parte de um trabalho de análise organizado pelo setor de planejamento do governo de Goiás.

Desde então, foram economizados R$ 3,5 bilhões com custeio da máquina e funcionalismo. A contenção de despesas garantiu os investimentos em infraestrutura em 2016, inclusive na manutenção da malha viária para o bom escoamento da safra. O governo de Goiás trabalha também como indutor do desenvolvimento econômico do Estado, quando aplica uma forte política de benefícios fiscais.

O Ministério do Trabalho comprova a recuperação econômica de Goiás ao divulgar pesquisa do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que mostrou a criação de 6.849 vagas de trabalho com carteira assinada no mês de fevereiro no Estado. No primeiro bimestre, o saldo goiano foi de 12.202 vagas formais de trabalho, o que posiciona Goiás na sexta colocação do ranking nacional de geração de emprego.

O setor industrial tem sido um dos pilares deste crescimento dos postos de trabalho. De acordo com pesquisa recente divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a indústria goiana vem crescendo acima da média nacional, com avanço de 8,5% em janeiro de 2017 em comparação com o mesmo período do ano passado. A média nacional avançou 1,4%. O bom desempenho da indústria goiana foi puxado pelos setores farmoquímico e farmacêutico (91%) e de produtos alimentícios (9,1%).

Otimismo empresarial

No primeiro bimestre deste ano, Goiás anotou 3.073 novos registros de empresas. O dado é 22,1% maior do que as inscrições do ano passado, segundo informações oriundas da Junta Comercial do Estado (Juceg). O resultado, para o período, é o maior nos últimos três anos, em que foram registrados mais encerramentos do que aberturas. De acordo com o presidente da Juceg, Rafael Lousa, o aumento revela um cenário de recuperação da economia.

 

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