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24 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Veja a melhor estratégia para o Tesouro Direto após o maior corte de juros em 8 anos - Jornal Brasil em Folhas
Veja a melhor estratégia para o Tesouro Direto após o maior corte de juros em 8 anos


Com o maior corte em oito anos na taxa básica de juros anunciado na noite de quarta-feira (12), a estratégia para os investimentos no Tesouro Direto deve ser repensada. A perspectiva de mais quedas que levarão a Selic para 8,50% no fim do ano, conforme aponta o Boletim Focus mais recente, reforçam a necessidade de rever as compras dos títulos.

O economista e professor Alan Ghani explica que os melhores títulos para o cenário de queda de juros são os pós-fixados e atrelados à inflação. São as antigas NTN-B e agora mais conhecidas como IPCA+.

“Acredito que haja mais chance no futuro de a inflação surpreender para cima do que para baixo. Está precificado nos mercados que a reforma será aprovada, mas há o risco de isso não acontecer. Uma aplicação pós-fixada seria mais conservadora”, diz.

O sócio e gestor da Rosenberg Investimentos, Marcos Mollica, também orienta a compra de títulos atrelados à inflação. “Os novos títulos de inflação NTN-B com vencimento entre 2022 e 2026 são atrativos. Em um segundo momento, com maior confiança na aprovação das reformas pelo Congresso, podemos apostar em títulos mais longos, como aqueles com vencimento em 2050”, afirma Mollica.

O gestor destaca que o momento atual é de cautela e os vencimentos de médio prazo são seus favoritos. “Precisamos ter confiança [na aprovação das reformas] antes de arriscar mais”, explica.

De olho nessa incerteza, Ghani avalia que os títulos IPCA+ são capazes de proteger os investidos em ambos os cenários. “Se a reforma da Previdência não passa, aumenta o prêmio de título ligado à inflação. Se ela passa pelo Congresso, há uma melhora nas expectativas dos agentes do mercado e talvez a recuperação econômica venha mais rápida do que imaginamos, o que pode ter um repique sobre a inflação”, explica o economista, destacando a importância de ter títulos que remunerem a inflação do período mais juros.

 

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