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16 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Presidente francês faz a reforma de seu governo - Jornal Brasil em Folhas
Presidente francês faz a reforma de seu governo


O presidente socialista francês François Hollande, muito impopular segundo as pesquisas de opinião, anunciou nesta quinta-feira uma reforma de seu gabinete, na qual se destaca a nomeação de seu ex-premiê, Jean Marc Ayrault, para a pasta das Relações Exteriores, uma mudança com vistas às presidenciais de 2017.

Jean Marc Ayrault sucederá a Laurent Fabius, que foi nomeado presidente do Conselho Constitucional. Ayrault, de 66 anos, foi primeiro-ministro entre 2012 e 2014.

A saída de Fabius, anunciada na quarta-feira, foi a primeira mudança de uma remodelação que Hollande vem preparando há alguns meses.

O chefe de Estado, com índices muito baixos de popularidade e criticado dentro de seu próprio campo sobre suas medidas econômicas e de segurança, precisará de um impulso se quiser buscar a reeleição em 2017.

Com o objetivo de ampliar sua base política com esta reforma ministerial, Hollande trouxe de volta ao governo os ecologistas, que tinham deixado o Executivo em 2014 quando Manuel Valls foi nomeado primeiro-ministro.

Considerado um liberal, Valls foi criticado pelo setor mais esquerdista de seu partido por suas medidas a favor das empresas, mas também por sua mão dura após os atentados de 2015.

A volta dos verdes

No entanto, a número dois do Partido Ecologista Verde (EELV), Emmanuelle Cosse, aceitou voltar ao governo e foi nomeada ministra da Habitação. Enquanto isso, os parlamentares dissidentes do partido, Barbara Pompili e Jean Vincent Placé, foram nomeados secretários de Estado.

É um governo que tem que agir, reformar, avançar, disse Holande, em entrevista às emissoras TF1 e France 2.

O presidente tem que ampliar, seja como for, sua base política com vistas a 2017, avaliou uma fonte próxima pouco antes do anúncio.

Não vai poder abordar a (eleição) presidencial sem uma família socialista unida por trás de seu candidato, nem sem os ecologistas, assegurou.

Depois de uma recuperação espetacular após os atentados de novembro, Hollande voltou a cair nas pesquisas e, segundo cifras publicadas esta semana, quase 75% dos franceses consideram que sua reeleição em 2017 não é desejável.

Símbolo da desunião, a Assembleia Nacional aprovou, na quarta-feira, um projeto de revisão da Constituição que inclui a polêmica medida de retirar a nacionalidade dos franceses condenados por terrorismo.

Somente 165 dos 287 deputados de esquerda votaram a favor do texto, que pôde ser aprovado com os votos da direita. A adotação da revisão constitucional ainda não é uma certeza, apesar de Hollande querer convertê-la em um símbolo da luta antiterrorista.

O presidente também enfrenta a pressão de alguns setores para organizar as primárias conjuntas de todos os partidos de esquerda, uma perspectiva que se complica com o anúncio, esta semana, da candidatura em 2017 de Jean-Luc Mélenchon, da esquerda radical.

Não creio que facilite as coisas para a esquerda e os ecologistas, disse o porta-voz do governo, Stéphane Le Foll.

Tudo isso para que? Sem uma mudança de rumo, não é mais que uma dança das cadeiras, afirmou Clémentine Autain, membro da Frente de Esquerda, ilustrando o desencanto com o governo.

Ex-companheira do presidente François Hollande, a ministra da Ecologia Ségolène Royal, número três do governo, permanecerá no cargo, assim como o ministro da Defesa, Jean Yves Le Drian.

 

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