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20 de Sep de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

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 Otan estuda possibilidade de se unir à coalizão contra grupo EI - Jornal Brasil em Folhas
Otan estuda possibilidade de se unir à coalizão contra grupo EI


A Otan explora a possibilidade de se unir à coalizão contra o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) na Síria e no Iraque, indicou nesta quinta-feira o secretário de Defesa americano, Ashton Carter.

Estamos agora explorando a possibilidade de que a Otan se una à coalizão (...), o que é um desenvolvimento significativo, disse o chefe do Pentágono, ao final de uma reunião ministerial da coalizão em Bruxelas.

Os 28 membros da Aliança Atlântica já participam individualmente da coalizão contra o EI, liderada pelos Estados Unidos, que reúne 66 países. A Otan se manteve até agora à margem da ofensiva contra o EI.

A Otan como novo membro poderia aportar capacidades únicas, inclusive a experiência para formar e treinar tropas terrestres e apoiando a estabilização, acrescentou Carter.

Nesta quinta-feira, a Otan deu seu aval para enviar seus aviões de vigilância AWCAS nos Estados Unidos para permitir à Força Aérea americana liberar suas próprias aeronaves em operações aéreas em Iraque e Síria.

No total, 49 países estavam representados na reunião, entre eles Iraque e Arábia Saudita.

O chefe do Pentágono pediu aos membros da coalizão que contribuam com mais armas, equipamento, tropas e contribuições financeiras para lançar o plano de campanha militar da coalizão que tem como primeiro objetivo reconquistar Mossul, a segunda cidade do Iraque, e o bastião sírio do EI, Raqa.

Em 18 meses, a coalizão liderada pelos Estados Unidos fez mais de 10.000 bombardeios aéreos. O Pentágono estima que o Estado Islâmico tenha perdido 40% dos territórios que ocupava no Iraque, entre eles a cidade de Ramadi, e 10% dos que controlava na Síria.

Mas a ofensiva para reconquistar Mossul e Raqa poderia ser lançada em vários meses.

Pouco antes, Ahmed Assiri, porta-voz do ministro saudita da Defesa, o vice-príncipe herdeiro Mohamed ben Salman, assegurou que a decisão do reino de mobilizar forças em terra na Síria era irreversível.

O reino está preparado para lançar operações aéreas ou terrestres (...) no âmbito da coalizão e sob comando dos Estados Unidos, explicou sem dar maiores detalhes. Esta proposta já foi saudada na semana passada por representantes do Pentágono.

 

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