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 Tesouro Direto derrete com incertezas políticas e abre oportunidade de compra - Jornal Brasil em Folhas
Tesouro Direto derrete com incertezas políticas e abre oportunidade de compra


A rentabilidade bruta dos títulos do Tesouro Direto derreteram após o terremoto em Brasília com a divulgação da delação do dono da JBS, Joesley Batista, envolvendo o presidente Michel Temer. A taxa de retorno do título IPCA+ com vencimento em 2045, por exemplo, despencou 19,6% com o caos político.

O economista e professor Alan Ghani explica que as taxas dos títulos incorporam as expectativas de inflação e de juros futuros acrescidas de um prêmio de risco. “De ontem para hoje as expectativas para inflação não mudaram, foi o prêmio de risco que aumentou muito”, explica.

Embora o terremoto político tenha levado alguns economistas a revisarem sua perspectiva de corte da Selic na próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) – de 1 ponto percentual para 0,75 pp – a curva de juros no longo prazo não sofreu tamanha mudança para justificar o tombo nos rendimentos, segundo o economista.

“O cenário político piorou muito e enfraqueceu muito o governo, o que levou a uma incerteza grande em relação às reformas, principalmente da Previdência, ficou mais difícil sua aprovação. Se não aprovar, piora a parte fiscal, o que aumenta o risco. Para financiar o governo [por meio do Tesouro Direto], o mercado vai exigir mais taxa de juros do que exigiu até ontem, quer mais retorno para compensar esse risco”, explica Ghani.

Se o cenário é de riscos elevados? Vale a pena comprar agora? “Particularmente acho que ainda tem muita incerteza, muita novidade para sair e há espaço para a taxa subir mais um pouco, mas já é um bom momento para comprar”, conta Ghani.

O economista conta que, quem quiser se arriscar um pouco mais, pode esperar por mais uma ou duas semanas para comprar com taxas mais atrativas. No futuro, as taxas tendem a se normalizar. “O Brasil é um ‘player’ importante no mercado”, destaca o economista ao explicar que o risco não deve se manter em curva ascendente por longos períodos.

Se o momento é bom para compra, quem tem os títulos que estão derretendo não precisa se desesperar. O prejuízo só é realizado que o investidor vender o título, o que não é recomendado pelo economista. Se for mantido até sua data de vencimento, o título tem sua rentabilidade contratada garantida.

 

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