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18 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 FMI monitora situação do Brasil e descarta contágio na região - Jornal Brasil em Folhas
FMI monitora situação do Brasil e descarta contágio na região


O Fundo Monetário Internacional (FMI) monitora a situação do Brasil depois do escândalo de corrupção que atinge diretamente o presidente Michel Temer e descarta um contágio na região, segundo explicaram nesta sexta-feira diretores do organismo.

O diretor do departamento do Hemisfério Ocidental do FMI, Alejandro Werner, considerou em São Paulo que ainda é cedo para realizar um diagnóstico sobre as consequências que a nova crise política no Brasil terá no campo econômico.

Werner disse que nas próximas semanas o organismo seguirá de perto os acontecimentos do Brasil com o fim de avaliar futuras projeções econômicas, embora por enquanto manterá seus prognósticos.

Segundo o FMI, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil subirá tímido 0,2% este ano e chegará a 1,7% em 2018, depois de dois exercícios consecutivos em números vermelhos pela primeira vez desde a década de 1930.

A economia do país caiu 3,8% em 2015, seu maior tropeço em 25 anos, e perdeu 3,6% em 2016, entrando em uma profunda recessão.

Deve-se ter cautela. Vamos ver como as coisas se desenvolverão e com as coisas mais claras avaliaremos as projeções econômicas, assegurou Werner em um encontro com jornalistas em São Paulo, antes da apresentação do relatório As Américas. História de dois ajustes.

O FMI acredita que as probabilidades de contágio a outros países da América latina são mínimas, já que, a seu julgamento, as economias da região têm espaço suficiente de manobra, reservas internacionais e saúde nas folhas de balanço dos bancos e das principais corporações.

Quando houve a crise política do Brasil há dois anos, ou a volatilidade do México para a incerteza sobre a possível renegociação do tratado de livre comércio, o impacto regional foi limitado, disse o diretor do FMI.

Nesta ocasião, a probabilidade de um contágio é menor, acrescentou.

Os mercados agem com volatilidade, mas com normalidade. Os esquemas do Governo e a ação do Banco Central para que se mantenha a liquidez foi o adequado para que o mercado aja de maneira correta, embora com incerteza, finalizou Werner.

 

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