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21 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 OIT prevê 1 milhão de novos desempregados na América Latina em 2017 - Jornal Brasil em Folhas
OIT prevê 1 milhão de novos desempregados na América Latina em 2017


A Organização Internacional do Trabalho (OIT) afirmou nesta quarta-feira que cerca de um milhão de pessoas ficarão sem emprego durante 2017 na América Latina e no Caribe, o que pode elevar para mais de 26 milhões o número de desempregados na região.

As previsões da OIT indicam que a taxa de desemprego na região latino-americana poderia aumentar de 8,1% a 8,4%, devido ao débil crescimento projetado para as economias da região.

São as taxas mais altas da última década, destacou o diretor da OIT para América Latina e Caribe, José Manuel Salazar.

Salazar comentou que o crescimento de 1,1% calculado pela Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal) para a região não será suficiente para mudar o rumo das tendências negativas no mercado de trabalho.

Depois de um abrupto aumento na média regional do desemprego em 2016, se prevê que 2017 termine com um novo aumento, advertiu.

À medida que vai transcorrendo o ano, os indicadores e prognósticos confirmam que a situação trabalhista está se tornando mais preocupante, acrescentou.

Salazar ressaltou que, ainda que o comportamento dos países seja heterogêneo e em alguns inclusive possa diminuir a taxa de desocupação, a média regional reflete uma realidade onde em 2016 houve aumentos na taxa de desemprego em 15 dos 21 países onde se tem dados.

O diretor regional da OIT alertou ainda que o aumento do desemprego pode acarretar um novo crescimento da informalidade, na qual já estão 134 milhões de latino-americanos, além de quedas nos salários e um aumento do trabalho por conta própria.

Salazar destacou também a necessidade de ligar novos motores de crescimento para enfrentar com novas políticas os múltiplos desafios apresentados por este cenário para os países.

O mau desempenho nos mercados de trabalho dos últimos anos não poderá ser revertido de maneira fundamental sem grandes esforços em matéria de desenvolvimento produtivo, inovação e talento humano, concluiu Salazar.

 

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