Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


16 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Parlamento alemão pode votar legalização do casamento gay nesta sexta - Jornal Brasil em Folhas
Parlamento alemão pode votar legalização do casamento gay nesta sexta


Os deputados alemães podem votar no Bundestag, nesta sexta-feira (30), um projeto sobre a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo, depois que a chanceler Angela Merkel mudou de posição a respeito do tema, gerando uma crise em sua coalizão governamental.

A legalização do casamento gay é praticamente certa. Parte dos deputados da União Democrata Cristã (CDU) de Angela Merkel é favorável, e seus votos serão somados aos dos demais partidos representados na Câmara Baixa do Parlamento, que fazem campanha a favor da igualdade.

Uma comissão do Bundestag aprovou nesta quarta-feira (28) o envio para o plenário do projeto de lei que autoriza o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo e concede, pela primeira vez, direitos ampliados para adoção, anunciaram os deputados após uma reunião.

O caminho está livre para a igualdade, escreveu no Twitter a deputada Renate Künast, do Partido Verde, favorável ao projeto.

A entrada do texto na agenda do dia da última sessão plenária do Bundestag antes do recesso de verão deve ser oficializada até sexta-feira. Se for confirmada, a votação acontecerá no mesmo dia.

Esse calendário acelerado desagrada a Merkel e a seu campo conservador, que preferiam uma votação sobre a questão - politicamente sensível para eles - apenas após as eleições legislativas de 24 de setembro.

Hoje, os membros da CDU se pronunciaram contra a votação na sexta, mas foram minoria.

Excepcionalmente, a votação será nominal, afirmou a deputada Christine Lambrecht, do Partido Social-Democrata (SPD).

O projeto de legalização do matrimônio homo, como é chamado na Alemanha, debatido há vários anos, acelerou no início da semana após a mudança de opinião da chanceler.

Durante muito tempo contrária à união entre pessoas do mesmo sexo, Merkel se negava até agora a contrariar a ala mais conservadora de seu eleitorado e o partido aliado bávaro, a União Social Cristã (CSU), muito tradicionalista em temas sociais.

Na segunda-feira (26), porém, a chefe de Governo se declarou pela primeira vez aberta a um voto de consciência dos deputados conservadores, que não receberão nenhuma instrução de voto.

Seu sócio minoritário na coalizão de governo, o SPD, aproveitou a oportunidade para pedir uma votação o mais rápido possível, o que - ao que tudo indica - pegou a chanceler de surpresa.

O mal-estar domina a CDU, onde alguns deputados acusam o SPD de quebra de confiança a três meses das eleições legislativas.

Precipitando as coisas, os social-democratas assinam o divórcio da coalizão, da qual faziam parte com os cristãos-democratas desde 2013.

A aprovação do casamento gay não estava no programa da coalizão assinado pelos dois partidos há quatro anos.

O clima entre as duas legendas já era tenso nos últimos dias, no momento em que a campanha eleitoral entra em sua reta final e que o SPD parte para a ofensiva para tentar reduzir seus 15 pontos de desvantagem nas pesquisas sobre os conservadores.

O líder do SPD, Martin Schulz, acusou Angela Merkel de minar a democracia, recusando-se a falar de questões que preocupam as pessoas e contando apenas com seu balanço. Com esse posicionamento, ele atraiu a ira dos conservadores.

Fazendo a questão do casamento gay passar à força, o SPD também conseguiu causar rebuliço na família conservadora. De acordo com a imprensa alemã, muitos deputados têm criticado Angela Merkel por sua reviravolta surpresa.

 

Últimas Notícias

Governadores pedem ao STF julgamento de processos sobre repasses
Ministro quer atrair investimentos privados para Jardim Botânico do RJ
Fies vai oferecer 100 mil vagas a juro zero para alunos de baixa renda
TJ libera R$ 13 milhões para Vale ressarcir gastos do governo mineiro
Vale pede mais tempo para analisar Termo de Ajuste Preliminar
Deputados do Rio presos podem ter posses suspensas
Vale suspende operação em barragem em Brucutu e de mina em Brumadinho
TRE-RJ mantém ex-deputado Paulo Melo inelegível até 2024

MAIS NOTICIAS

 

Sul do Chile enfrenta 45 focos de incêndios florestais
 
 
Governo de Minas oferece suporte psicossocial às vítimas de Brumadinho
 
 
Força Nacional de Segurança começa a deixar o Ceará
 
 
Licitação de ônibus em São Paulo tem contratos de R$ 71 bi em 20 anos
 
 
Força Nacional vai atuar em Belém na primeira quinzena de março
 
 
Fiocruz alerta para agravamento de doenças na população após tragédia

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212