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17 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 George Pell se defende: abuso sexual é abominável - Jornal Brasil em Folhas
George Pell se defende: abuso sexual é abominável


O Cardeal George Pell afirmou nesta quinta-feira que entraria de licença do Vaticano para retornar à Austrália e lutar contra as acusações de abuso sexual infantil. Pell, que ocupa a terceira posição na hierarquia da Igreja Católica, recebeu apoio do Papa Francisco, que não lhe pediu para renunciar a sua posição.

Horas depois de se tornar o clérigo católico de mais alta hierarquia a enfrentar tais acusações, o chefe de finanças do Vaticano disse que ele está sendo vítima de uma "afronta de caráter implacável" e prometeu limpar seu nome antes que o cardeal volte a seu posto.

"Estou ansioso para finalmente ter o meu dia no tribunal. Eu sou inocente dessas acusações", disse o ministro de 76 anos em coletiva de imprensa. "Elas (as acusações) são falsas. A ideia de abuso sexual é abominável para mim", completou. Pell, oficialmente considerado o número três na hierarquia do Vaticano, afirmou que esteve em contato com o Papa Francisco.

Em uma declaração forte de apoio, o Vaticano disse que a equipe de Pell iria continuar seu trabalho na sua ausência e observou o respeito do Papa para a "honestidade" do australiano e a "dedicação enérgica" dele às obras da Igreja sobre a reforma financeira.

"A Santa Sé manifesta o seu respeito pelo sistema de justiça australiana, que terá que decidir o mérito das questões levantadas", disse o comunicado. "Ao mesmo tempo, é importante lembrar que o cardeal Pell considera, aberta e repetidamente, como imoral os atos intoleráveis de abusos cometidos contra menores de idade, colaborou no passado com autoridades australianas, apoiou a Pontifícia Comissão para a proteção de menores; e, finalmente, como um bispo diocesano na Austrália, introduziu ambos os sistemas e procedimentos para a proteção dos menores e prestou assistência às vítimas de abuso".

O tom da declaração ecoou o comentário do Papa Francisco do ano passado de que Pell, um de seus assessores mais próximos, não deve ser objeto de "um veredicto com base em fofocas". A polícia do estado australiano Victoria anunciou que Pell tinha sido acusado de "múltiplos delitos históricos de abuso sexual" e ordenou que comparecesse a um tribunal em Melbourne no próximo 18 de julho.

O Vice-Comissário Shane Patton afirmou a jornalistas que havia "várias queixas", mas não deu mais detalhes sobre as acusações. Um advogado de dois homens não identificados que tinham feito alegações de abuso contra Pell disse que eles estavam "satisfeitos" a respeito das acusações.

 

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