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 Estudos associam consumo de café a menor risco de morte - Jornal Brasil em Folhas
Estudos associam consumo de café a menor risco de morte


Madri, 10 jul (EFE).- O consumo de três xícaras de café ao dia pode ter efeitos benéficos para a saúde, já que esse hábito se associa a um menor risco de morte, de acordo com dois estudos publicados nesta segunda-feira pela revista Annals of Internal Medicine.

Os pesquisadores da Agência Internacional de Investigação sobre o Câncer (IARC) britânica e do Imperial College de Londres observaram que esse consumo está associado a um menor risco de morte por qualquer causa, especialmente por doenças circulatórias e do lapso de tempo digestivo.

O café, que segundo cálculos é consumido em 2,25 bilhões de xícaras diárias, contém substâncias que podem interagir com o corpo como cafeína, diterpenos e antioxidantes, cuja quantidade pode variar segundo a forma de preparo.

O autor principal do estudo, Marc Gunter, da IARC, indicou que devido às limitações da pesquisa não é possível recomendar às pessoas que bebam mais ou menos café, ainda que os resultados sugiram que um consumo moderado - três xícaras diárias - não é prejudicial para a saúde e que incorporar o café à dieta possa ter efeitos benéficos.

Os dados correspondem ao maior estudo já realizado sobre os efeitos do café na população europeia, onde tanto o consumo como a preparação variam, desde o expresso italiano ao com leite no Reino Unido.

Os especialistas analisaram dados em dez países de 521.330 pessoas com mais de 35 anos procedentes do Estudo Prospectivo Europeu sobre Dieta, Câncer e Saúde (EPIC).

Após 16 anos de acompanhamento, quase 42 mil pessoas tinham morrido devido a diversos tipos de doenças, entre elas câncer, problemas circulatórios e paradas cardíacas.

Os cientistas estudaram os dados, realizando os ajustes adequados com fatores como a dieta e o tabagismo, e chegaram à conclusão que o grupo que mais consumia café tinha um menor risco de morte, em comparação com os que não tomavam.

No entanto, não é fácil diferenciar a questão de café com ou sem cafeína, pois não foi possível excluir que os bebedores de descafeinado consumiram café com cafeína em diferentes períodos da vida.

Em uma amostragem de 14 mil pessoas foram analisados os biomarcadores metabólicos, que assinalaram que os bebedores de café podem ter, geralmente, fígados mais saudáveis e um melhor controle da glicose.

Gunter explicou que todos estes dados são consistentes com outros obtidos em estudos realizados nos Estados Unidos e no Japão, o que dá aos pesquisadores mais confiança que o café pode ter efeitos benéficos para a saúde.

No entanto, são necessárias novas pesquisas para descobrir quais são os componentes do café que pode proporcionar isso efeitos protetores ou potencialmente benéficos, acrescenta a nota.

O segundo estudo, da Universidade do Sul da Califórnia, concluíu que tomar café se associa a um melhor risco de morte por doenças cardíacas, câncer, acidentes vasculares cerebrais, diabetes e doências respiratórias ou de fígado tanto em afro-americanos, como japoneses-americanos, latinos e brancos.

As pessoas que consumem uma xícara de café ao dia eram 12% menos propensas a morrer em comparação com aquelas que não consumiam. Associação que é inclusive mais forte para os que tomam duas ou três xícaras de café.

A diretora do estudo Veronica Setiawan indicou em comunicado que essa menor mortalidade se apresenta independentemente que as pessoas bebam café normal ou descafeinado, o que sugere que essa associação não está ligada à cafeína.

Não podemos dizer que tomar café prolonga a vida, mas vemos que existe uma relação, acrescentou. EFE

 

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