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14 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 E se você comprasse ações da Ambev em vez de beber cerveja? Suno explica - Jornal Brasil em Folhas
E se você comprasse ações da Ambev em vez de beber cerveja? Suno explica


SÃO PAULO – Em mesas de bares com pessoas com familiaridade com o mercado financeiro é comum ouvir a piada de que “estão comprado em Ambev” para falar que vão tomar cerveja. Mas e se o investidor trocasse o valor alocado em cervejas por ações da empresa detentora das marcas? Segundo a Suno Research, os números são “bastante robustos”.

A Suno fez esse cálculo partindo do pressuposto de que o consumo médio de cerveja no Brasil seja de 62 litros por ano, cerca de 8 garrafas por mês. “Simulamos quais seriam os números financeiros de uma pessoa que, ao invés de consumir tais produtos nas proporções citadas, tivesse escolhido aplicar os valores gastos em ações no período de 1995 até os dias de hoje”, explicam os analistas.

Para reproduzir a variação dos preços desses produtos ao longo do tempo, foi tomada como base seu preço médio aproximado no início do período considerado e o ajuste foi feito linearmente de acordo com a evolução dos seus valores no mesmo espaço de tempo, ou seja, de 1995 até os dias atuais.

Partindo-se da hipótese de que o preço de uma garrafa de cerveja em 1995 fosse R$ 1, aproximadamente, uma pessoa que tivesse consumido 8 garrafas por mês, daquela época até os dias de hoje, teria gasto R$ 8.468,74 nesse produto, valores esses já reajustados pelo critério explicado anteriormente.

“É importante notar que esse montante é um valor que foi devidamente deduzido do orçamento de uma pessoa ao longo do tempo, ou seja, um dinheiro que foi debitado e perdeu a possibilidade de ser investido e multiplicado”, ressalta a Suno Research.

O ponto chave do cálculo é visualizar em que teria se transformado essa quantia caso o montante fosse aplicado, esporadicamente, em ações da Ambev no mesmo período, com reinvestimento dos dividendos.

“Ao analisarmos o retorno dos investimentos, o investidor teria hoje um pouco mais de R$ 104 mil acumulados. Com toda certeza, qualquer um pode concordar que esses são números bastante satisfatórios para qualquer perfil de investidor”, afirma a Suno.

 

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