Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


14 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Médicos Sem Fronteira denunciam ataques a unidades de saúde na Síria - Jornal Brasil em Folhas
Médicos Sem Fronteira denunciam ataques a unidades de saúde na Síria


Hospitais e clínicas vêm sendo bombardeados intencionalmente na Síria, matando pacientes e profissionais de saúde, contrariando o que estabelece a Convenção de Genebra. O caso mais recente aconteceu na última segunda-feira (15), na cidade de Maaret al-Numan, na província de Idlib, no Norte do país, quando um hospital mantido pela organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) foi pesadamente bombardeado por aviões, deixando 25 mortos, dez feridos e duas pessoas desaparecidas.

Em 2015, segundo o MSF, 63 unidades de saúde apoiados pela organização foram atingidas por tiros ou bombas, em um total de 94 ataques, pois algumas foram alvos mais de uma vez, o que representa um hospital ou clínica atingido toda a semana. Doze unidades foram totalmente destruídas. A denúncia foi feita nesta quinta-feira (18) por integrantes do MSF em vários países. A entidade divulgou um relatório sobre a situação.

No Brasil, a diretora de comunicação da entidade, Alessandra Vilas Boas, ressaltou que até as guerras têm suas regras. Desde a primeira Convenção de Genebra, de 1864, militares feridos ou doentes devem ser atendidos sem discriminação e ambulâncias e hospitais são protegidos de todo ato hostil.

“O anormal parece hoje normal. Isto é inaceitável, é um completo desrespeito ao direito internacional humanitário. Quatro dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas estão diretamente e militarmente envolvidos no conflito da Síria e esses mesmos Estados votaram e passaram resoluções pedindo respeito ao direito internacional humanitário, o fim dos ataques à população civil e a garantia do acesso da ajuda humanitária. Nós fazemos um apelo para que esses Estados assumam as responsabilidades que eles próprios aprovaram no Conselho de Segurança”, disse Alessandra.

A Convenção de Genebra, em sua última versão, de 1949, tem 15 itens e em três deles fala especificamente sobre a proteção a civis, a hospitais e ao livre acesso de medicamentos. “Nas áreas de batalha devem existir zonas demarcadas para onde os doentes e feridos possam ser transferidos e tratados. Proteção especial contra ataques será garantida aos hospitais civis marcados com a cruz vermelha. É permitida a passagem livre de medicamentos.”

Outras informações podem ser obtidas na página do MSF Brasil na internet.

 

Últimas Notícias

Nordeste perdeu 1 milhão de trabalhadores no campo de 2012 para 2017
IBGE prevê em 2019 safra de grãos 0,2% menor que a de 2018
Safra de grãos pode chegar a 238,3 milhões de toneladas, diz Conab
Banco do Brasil tem lucro de 14,3% no terceiro trimestre
Percentual de inadimplentes recua em outubro, diz CNC
Boletos vencidos de todos os tipos serão pagos em qualquer banco
Leonardo de Morais toma posse na presidência da Anatel
Natal deve movimentar R$ 53,5 bilhões na economia do país, prevê SPC

MAIS NOTICIAS

 

No Congresso, Temer defende reuniões frequentes entre Poderes
 
 
Bolsonaro reafirma, no Congresso, compromisso com a Constituição
 
 
Bolsonaro critica Enem e diz que prova deve cobrar conhecimentos úteis
 
 
Governo de transição dividiu trabalhos por temas em dez frentes
 
 
Para ministro, é “mais simples” unir MEC com Ciência e Tecnologia
 
 
Bolsonaro e Temer iniciam hoje formalmente governo de transição

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212