Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


19 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Morre a atriz e diretora francesa Jeanne Moreau - Jornal Brasil em Folhas
Morre a atriz e diretora francesa Jeanne Moreau


A atriz e diretora Jeanne Moreau, considerada a grande dama do cinema francês, morreu nesta segunda-feira (31) aos 89 anos de idade, informou a imprensa francesa.

A intérprete, que trabalhou com os maiores diretores da cinematografia francesa, como François Truffaut, Louis Malle e André Téchiné, foi encontrada morta em sua casa em Paris por sua empregada doméstica, segundo a revista Closer.

Moreau, a melhor atriz do mundo, segundo Orson Welles, é a primeira mulher acadêmica de Belas Artes na história da França, fez parte da Nouvelle Vage e foi musa de diretores como Luis Buñuel, com quem trabalhou em Diário de uma Criada de Quarto.

Essa tristeza não acabará nunca, mas a alegria de lembrá-la sempre estará conosco, escreveu no Twitter o Unifrance, organismo encarregado da promoção do cinema francês no exterior.

A protagonista de Uma Mulher para Dois (1962) e de A Noiva Estava de Preto (1967), de Truffaut, teve ampla trajetória. Entre os filmes que fez, destacam-se também A Noite (1962), de Michelangelo Antonioni, e Duas Almas em Suplício (1960), de Peter Brook, que lhe valeu o prêmio de melhor interpretação feminina em Cannes.

Nascida em 23 de janeiro de 1928, de pai francês e mãe britânica, estreou no teatro em 1947 com La terrasse de midi, apresentada no Festival de Avignon.

Atriz poliglota e internacional, que se destacou também como cantora, foi prêmio César de melhor atriz em 1992 por La vieille qui marchait dans a mer, de Laurent Heynemann, e presidente do júri de Cannes em 1975 e 1995.

Moreau presidiu também o júri da Seção Oficial do 54º Festival Internacional de Cinema de San Sebastián, em 2006, e deixa uma trajetória cinematográfica composta por mais de uma centena de filmes.

Com ela desaparece uma artista que encarnou o cinema na sua complexidade, na sua memória, na sua defesa, afirmou hoje a presidência francesa, que a lembrou como uma mulher rebelde contra a ordem estabelecida e a rotina.

A também cenógrafa, diretora de filmes como No Coração, a Chama (1976), foi casada com Jean-Louis Richard, pai do seu filho Jérôme, e posteriormente com William Friedkin.

 

Últimas Notícias

Brasil perdeu 7,2 milhões de linhas de celular no ano passado
Petrobras reduz em 3% GLP empresarial nas refinarias
Ministro do STJ nega pedido de prisão domiciliar a João de Deus
Escassez de chuvas leva governo a acionar termelétricas mais caras
Picciani, Paulo Melo e Albertassi serão julgados por Bretas
Suspensa permissão para deputada receber denúncias contra professores
MPT não descarta pedir bloqueio dos bens do Flamengo
Número de mortos identificados em Brumadinho chega a 151

MAIS NOTICIAS

 

Sul do Chile enfrenta 45 focos de incêndios florestais
 
 
Governo de Minas oferece suporte psicossocial às vítimas de Brumadinho
 
 
Força Nacional de Segurança começa a deixar o Ceará
 
 
Licitação de ônibus em São Paulo tem contratos de R$ 71 bi em 20 anos
 
 
Força Nacional vai atuar em Belém na primeira quinzena de março
 
 
Fiocruz alerta para agravamento de doenças na população após tragédia

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212