Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


23 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Deputados se revezam no plenário com discursos contra e a favor de Temer - Jornal Brasil em Folhas
Deputados se revezam no plenário com discursos contra e a favor de Temer


Depois da apresentação do relator Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) e do advogado de defesa de Michel Temer, pelo menos 12 deputados se revezaram no plenário da Câmara com discursos favoráveis e contrários ao parecer que pede o arquivamento da denúncia apresentada contra Michel Temer.

A sessão destinada a discutir e votar se a denúncia contra o presidente deve prosseguir na Justiça começou pontualmente às 9h, mas só por volta das 11h20 o plenário alcançou o quórum de 257 deputados presentes, número mínimo necessário para votar requerimentos. A partir desse quórum, os deputados podem votar os requerimentos apresentados para adiamento da sessão ou encerramento da discussão.

Durante toda a manhã, oposicionistas e governistas trocaram acusações e expuseram diferentes argumentos e estratégias em torno da votação.

“Estamos julgando pela primeira vez na história da República um presidente acusado pelo crime de corrupção. A denúncia não foi política, foi jurídica, trata-se de um crime do código penal, um crime comum. E essa Casa tenta se esconder atrás das negociações, dos encontros, dos jantares”, disse o deputado Aliel Machado (Rede-PR).

Para a base governista, a denúncia é vazia e se for levada adiante pode prejudicar o país. Os governistas pediram várias vezes ao longo do debate que a presidência da Câmara considere a presença dos deputados que discursaram, mesmo sem o registro eletrônico.

“Gostaria de ressaltar a todos os deputados e deputadas a importância de registrarmos presença e votarmos. O Brasil precisa andar, a economia precisa andar, e nós precisamos cumprir a nossa parte. Nós temos o relatório do deputado Paulo Abi-Ackel, do PSDB, um relatório feito com muita clareza, com muita decência. Eu votarei a favor do relatório”, disse o deputado Mauro Pereira (PMDB-RS).

Logo após a apresentação da defesa de Temer, o líder do PT na Câmara, Carlos Zarattini (SP), apresentou requerimento de adiamento da discussão. O deputado argumentou que “seria normal” que a acusação também tivesse o direito à palavra e que a discussão deveria ocorrer no período da tarde ou da noite para que mais pessoas pudessem acompanhar o debate.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), rejeitou o pedido pois ainda não havia número de deputados presentes para votar o requerimento.

Votação

Encerrada a discussão, terá início o processo de votação do parecer. Para encaminhar a votação, dois oradores contrários e dois favoráveis ao parecer de Abi-Ackel poderão falar por até 5 minutos cada. Os líderes partidários poderão falar por um minuto para orientar o voto das bancadas.

Só então o mérito do parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) será submetido à votação nominal. Cada deputado deverá responder “sim”, “não” ou se abster, conforme aprove ou rejeite o voto do parecer. Os parlamentares serão chamados conforme seus estados por ordem alfabética. A chamada será alternada entre estados das regiões Norte e Sul.

Depois que forem alcançados 342 votos, a Presidência da Câmara poderá proclamar o resultado. Para derrubar a denúncia, basta que a base aliada tenha a maioria dos votos dentre o mínimo de 342 votantes. Já para aprová-la, a oposição precisa do mínimo de 342 votos favoráveis.

 

Últimas Notícias

Chega a 73 o número de mortos em explosão no México; feridos somam 74
Forte terremoto de magnitude 6,7 atinge o Chile
Mais de 150 imigrantes se afogam no Mar Mediterrâneo
Brasil e Europa vão ser interligados por novo cabo submarino
Acordo para mudar nome da Macedônia gera protestos em Atenas
Ghosn está disposto a aceitar qualquer condição para obter fiança
Bombeiros buscam pessoa desaparecida depois de tromba dágua no Rio
Mega-Sena acumula de novo e pode pagar R$ 38 milhões na quarta-feira

MAIS NOTICIAS

 

ANP aprova credenciamento de empresa certificadora
 
 
Política de combate à inflação foi bem-sucedida, diz presidente do BC
 
 
Marcos Pontes: fusão de Embraer e Boeing preserva interesses do país
 
 
Número de linhas de celular tem maior queda do ano em novembro
 
 
ANP: Petrobras pede prazo maior para definir quais campos vai explorar
 
 
Ex-presidente do Banco Central defende política econômica do governo

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212