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22 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Maradona reafirma apoio a Maduro e discute com Capriles - Jornal Brasil em Folhas
Maradona reafirma apoio a Maduro e discute com Capriles


O ex-jogador argentino Diego Maradona reafirmou nesta quinta-feira seu apoio a Nicolás Maduro e classificou o dirigente opositor Henrique Capriles de traidor por suas críticas a sua posição em relação ao presidente venezuelano.

Capriles, comigo não dê uma de vítima. Eu sei muito bem o que é viver com sete irmãos e não ter nada para comer, escreveu em sua conta no Facebook junto uma foto da casa simples em que passou sua infância em Villa Fiorito, bairro pobre do sul de Buenos Aires.

Maradona enviou na terça-feira uma mensagem de apoio a Maduro, na qual se oferecia como soldado da revolução bolivariana.

Somos chavistas até a morte. E quando Maduro ordenar, estou vestido de soldado para uma Venezuela livre, para lutar contra o imperialismo e os que desejam apoderar nossas bandeiras, que é o mais sagrado que temos, escreveu Maradona no Facebook.

Capriles reagiu em uma entrevista à rádio Mitre de Buenos Aires.

Se Maradona quiser vir, eu pessoalmente vou buscá-lo no aeroporto e o levo para que veja a situação da Venezuela, afirmou um dos principais dirigentes da Mesa da Unidade Democrática.

Perguntaria a esse gente que se diz de esquerda, que se diz progressista, que dizem defender Maduro, se eles vivem com 15 dólares por mês. Se for assim, que o continuem defendo, afirmou.

Maradona prosseguiu com a polêmica. Tomará tivéssemos esses 15 dólares!!! A diferença entre você e eu é que eu nunca me vendi. #Viva Maduro!!!.

Maduro também foi criticado pelo ex-companheiro de seleção e hoje comentarista Mario Kempes.

@DiegoMaradona como você pode apoiar a morte de 124 jovens, por defenderem a liberdade e democracia de seu país! NÃO À DITADURA!, escreveu no twitter o ex-jogador de 63 anos.

A Venezuela atravessa uma aguda crise política, econômica e social com enfrentamentos entre forças de segurança e milícias pró-governo, de um lado, e a oposição, do outro, que deixaram 125 mortos em uma situação de violência que provocou repúdio internacional.

 

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