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17 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Por que mesmo vendo o Ibovespa a 50 mil pontos em 2016, Credit não recomenda comprar Brasil? - Jornal Brasil em Folhas
Por que mesmo vendo o Ibovespa a 50 mil pontos em 2016, Credit não recomenda comprar Brasil?


SÃO PAULO - O Credit Suisse e o BTG Pactual soltaram relatórios de estratégia para a América Latina, reforçando o seu ceticismo com o Ibovespa e reiterando a visão cautelosa sobre o Brasil.

O Credit divulgou relatório de estratégia, mantendo recomendação underweight (exposição abaixo da média). O banco, aliás, revisou o seu target para o Ibovespa, de 54 mil pontos para 50 mil pontos, o que configuraria um potencial de valorização de cerca de 20% em relação aos 41.560 pontos observados no intraday desta quinta-feira (18). Porém, eles seguem não recomendando o Brasil, e destacam sete motivos.

No caso do Brasil, apesar do nosso target ter um upside de 20% em real, acreditamos que não seja suficiente para compensar alguns riscos como: (1) relação preço sobre lucro não está em níveis tão abaixo da média, especialmente quando ajustado às mudanças de composição do índice; (2) as estimativas de lucros devem continuar caindo; (3) a situação fiscal não tem mostrado melhora; (4) a inflação tem ficado persistentemente alta; (5) não esperamos um catalisador positivo para as empresas de commodities, uma vez que os preços devem continuar pressionados e a alavancagem alta; (6) depreciação do câmbio é um risco relevante para retornos em dólares e o (7) risco da China e preocupação com o crescimento global podem significar aumento de aversão a risco para países com um high-beta, como o Brasil.

Já o BTG, que tem recomendação neutra para as ações brasileiras, destaca: mesmo que a presidente do Brasil tenha vindo a público defender publicamente as medidas para equilibrar as contas fiscais, os movimentos do partido dela e das bases sociais são diametralmente opostos à maioria das reformas propostas.

Embora as ações brasileiras pareçam muito mais atraentes, o cenário político e econômico sombrio da última análise nos obriga a permanecer na defensiva. Adicionalmente, as variáveis macroeconômicas continuam surpreendendo por decepcionarem (contas fiscais, indicadores de atividade e inflação) e sem que haja sinais de estabilidade, avaliam os estrategistas.

Nós seguimos cautelosos com o Brasil, uma vez que os mercados devem seguir voláreis e os ativos sob pressão, o que nos leva a exposição em Suzano e Embraer e adicionando a Transmissão Paulista (por conta da proteção inflacionária) no nosso portfólio, ressalta o BTG. O banco também reforça o seu ceticismo em relação ao governo adotar medidas impopulares, mas necessárias, em pleno ano eleitoral.

Cabe ressaltar também a comparação do Brasil em relação aos outros países da América Latina. O Credit possui recomendação overweight (exposição acima da média) no México ressaltando que, embora a volatilidade global continue a pressionar, os indicadores domésticos continuam bastante robustos. A Colômbia tem a mesma classificação que o México. Já o Chile possui recomendação marketweight (exposição em linha da média), enquanto o Peru tem a mesma recomendação do Brasil.

No caso do BTG, México, Colômbia e Peru são overweight enquanto que, ao lado do Brasil, o Chile tem recomendação neutra.

 

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