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16 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Petróleo fecha em alta, a US$ 30,66 em NY - Jornal Brasil em Folhas
Petróleo fecha em alta, a US$ 30,66 em NY


O petróleo subiu nesta quarta-feira, em Nova York, diante da maior definição da possibilidade de redução na oferta dos maiores produtores mundiais da commodity, após pronunciamentos do Irã nesse sentido.

Depois de perder quase meio dólar na terça, o barril de light sweet crude (WTI) para março ganhou US$ 1,62 e fechou a US$ 30,66 no New York Mercantile Exchange (Nymex).

Em Londres, o barril de Brent para abril aumentou US$ 2,32, a US$ 34,50.

Já em alta na abertura em Nova York, o mercado petroleiro se acelerou depois das palavras do Irã, membro da Organização de Países Exportadores de Petróleo (Opep). Teerã disse estar disposto a apoiar uma medida que tenda a estabilizar o mercado, um dia depois de um acordo para congelar a produção entre os dois maiores produtores mundiais, Arábia Saudita e Rússia.

O mercado recompensa a Opep por chegar a um consenso mínimo, apesar de continuar sem saber o que o Irã aceitará fazer, comentou John Kilduff, da Again Capital.

O ministro iraniano do Petróleo, Bijan Namadar Zanganeh, fez esse pronunciamento por ocasião de uma reunião em Teerã com seus colegas iraquiano, venezuelano e catariano, no momento em que prevalecem as dúvidas sobre a posição da República Islâmica em relação ao acordo de terça. Caracas e Doha também anunciaram que apoiam o acerto de Riad e Moscou.

O elevado nível de produção - tanto nos Estados Unidos quanto na Opep, cartel dominado pela Arábia Saudita, ou na Rússia - contribuiu amplamente para reduzir os preços em pelo menos dois terços desde meados de 2014 e, nas última semanas, situá-los em seu piso desde 2003.

Nesse contexto, a posição do Irã é decisiva. O país, rival regional da Arábia Saudita, tem poucos motivos para aceitar congelar (ou reduzir) sua produção, no momento em que se prepara para retornar ao mercado internacional de petróleo.

 

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