Assine Brasil em Folhas / Nuvem / Pressreader



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


17 de Oct de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

...

...

 
Notícias
 Venezuela registra inflação de 180,9% e queda do PIB de 5,7% em 2015 - Jornal Brasil em Folhas
Venezuela registra inflação de 180,9% e queda do PIB de 5,7% em 2015


A Venezuela registrou uma inflação de 180,9% em 2015, uma das mais altas do mundo, e um retrocesso em seu PIB de 5,7%, informou nesta quinta-feira o Banco Central venezuelano.

As cifras são divulgadas um dia depois que o presidente socialista Nicolás Maduro anunciou uma alta de mais de 6.000% nos preços da gasolina - que estiveram congelados durante 20 anos - e uma desvalorização de 37% do bolívar, apesar de manter o sistema de controle cambiário.

Os dados também revelam que durante o ano passado houve um aprofundamento da recessão na economia venezuelana, que já havia registrado uma queda de 3,9% durante o ano de 2014, ao mesmo tempo em que acelerou o aumento dos preços em relação a 2014, quando a inflação reportada pelo Banco Central foi de 68,5%.

A Venezuela, o país com as maiores reservas petroleiras do mundo e que obtém 96% de suas rendas através da exportação de petróleo, atravessa uma grave crise econômica, com marcada escassez de produtos, especialmente de alimentos básicos e medicamentos.

Sobre a alta dos preços, o BCV reconheceu que acontecem em um contexto no qual se mantém uma redução da oferta de bens de consumo final devido à baixa das importações e à diminuição da produção nacional, circunstâncias por sua vez influenciadas pela queda dos preços internacionais do petróleo.

O Banco Central também atribuiu a espiral inflacionária à situação de desabastecimento de produtos que é percebido pela população como um dos principais problemas que afetam o país, junto com a especulação e o armazenamento de produtos.

O comportamento dos preços na Venezuela mostra uma clara tendência ascendente, com crescimento da inflação pelo terceiro ano consecutivo, que foi de 20,1% em 2012, de 56,2% em 2013 e de 68,5% em 2014.

Quanto à atividade econômica, os dados do Banco Central da Venezuela revelam que durante o ano passado houve um aprofundamento da recessão na economia venezuelana, que já havia caído 3,9% durante 2014.

Segundo o BCV, este resultado negativo se deve à menor disponibilidade de divisas, produto do impacto adverso da queda dos preços do petróleo, situação que afetou as importações necessárias para o aparelho produtor nacional.

O setor privado, responsável pela maioria da atividade econômica, teve uma queda de 8,4%, frente a um setor público que cresceu 1,1%.

Na véspera, Maduro anunciou o aumento na gasolina mais barata do mundo e uma desvalorização da moeda nacional.

Pela primeira vez em 20 anos, a gasolina super de 95 octanas aumentou, passando de 0,01 dólar para 0,60 dólar.

Adiado várias vezes por Maduro, o aumento da gasolina era quase um tabu. Em 1989, o aumento do preço do combustível foi um dos gatilhos do Caracazo, como ficou conhecida a sangrenta convulsão social ocorrida na época.

Maduro também anunciou reformas no complexo sistema cambial venezuelano, que terá apenas duas bandas a partir de sexta-feira. Atualmente, são três.

Ele também anunciou um aumento de 20% no salário mínimo, que passará de 9.600 bolívares para 11.520 bolívares.

Economistas se mostraram céticos em relação às medidas.

Para o diretor da Econanalítica, Asdrúbal Oliveros, uma desvalorização ou aumento da gasolina ou de preços não são as medidas que vão tirar a Venezuela da crise. Isso requer muito mais, advertiu.

 

Últimas Notícias

Premiação tem projeto de escola goiana entre os vencedores da etapa regional
Marlúcio Pereira propõe isenção de taxas para templos de cultos religiosos
Brasil tem mais de 2,5 milhões de professores
Polícia Ambiental busca jiboia desaparecida em prédio de Brasília
Justiça de Goiás bloqueia bens de Marconi Perillo e de ex-secretário
Partidos lançam frente de apoio à candidatura de Haddad
Governo decide manter começo do horário de verão em 4 de novembro
Polícia descobre autora de tratamento estético que matou mulher no Rio

MAIS NOTICIAS

 

Equipe de transição deve ser definida hoje à tarde, diz Caiado
 
 
ONS vai reforçar ações de segurança energética nas eleições e no Enem
 
 
Inflação medida pelo INPC sobe para 0,30% em setembro
 
 
Universidades particulares terão disciplina sobre primeira infância
 
 
Com Enem, horário de verão começa no dia 18 de novembro
 
 
Governo anuncia recursos de R$ 600 milhões para o ensino médio

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212