Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


09 de Dez de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Venezuela registra inflação de 180,9% e queda do PIB de 5,7% em 2015 - Jornal Brasil em Folhas
Venezuela registra inflação de 180,9% e queda do PIB de 5,7% em 2015


A Venezuela registrou uma inflação de 180,9% em 2015, uma das mais altas do mundo, e um retrocesso em seu PIB de 5,7%, informou nesta quinta-feira o Banco Central venezuelano.

As cifras são divulgadas um dia depois que o presidente socialista Nicolás Maduro anunciou uma alta de mais de 6.000% nos preços da gasolina - que estiveram congelados durante 20 anos - e uma desvalorização de 37% do bolívar, apesar de manter o sistema de controle cambiário.

Os dados também revelam que durante o ano passado houve um aprofundamento da recessão na economia venezuelana, que já havia registrado uma queda de 3,9% durante o ano de 2014, ao mesmo tempo em que acelerou o aumento dos preços em relação a 2014, quando a inflação reportada pelo Banco Central foi de 68,5%.

A Venezuela, o país com as maiores reservas petroleiras do mundo e que obtém 96% de suas rendas através da exportação de petróleo, atravessa uma grave crise econômica, com marcada escassez de produtos, especialmente de alimentos básicos e medicamentos.

Sobre a alta dos preços, o BCV reconheceu que acontecem em um contexto no qual se mantém uma redução da oferta de bens de consumo final devido à baixa das importações e à diminuição da produção nacional, circunstâncias por sua vez influenciadas pela queda dos preços internacionais do petróleo.

O Banco Central também atribuiu a espiral inflacionária à situação de desabastecimento de produtos que é percebido pela população como um dos principais problemas que afetam o país, junto com a especulação e o armazenamento de produtos.

O comportamento dos preços na Venezuela mostra uma clara tendência ascendente, com crescimento da inflação pelo terceiro ano consecutivo, que foi de 20,1% em 2012, de 56,2% em 2013 e de 68,5% em 2014.

Quanto à atividade econômica, os dados do Banco Central da Venezuela revelam que durante o ano passado houve um aprofundamento da recessão na economia venezuelana, que já havia caído 3,9% durante 2014.

Segundo o BCV, este resultado negativo se deve à menor disponibilidade de divisas, produto do impacto adverso da queda dos preços do petróleo, situação que afetou as importações necessárias para o aparelho produtor nacional.

O setor privado, responsável pela maioria da atividade econômica, teve uma queda de 8,4%, frente a um setor público que cresceu 1,1%.

Na véspera, Maduro anunciou o aumento na gasolina mais barata do mundo e uma desvalorização da moeda nacional.

Pela primeira vez em 20 anos, a gasolina super de 95 octanas aumentou, passando de 0,01 dólar para 0,60 dólar.

Adiado várias vezes por Maduro, o aumento da gasolina era quase um tabu. Em 1989, o aumento do preço do combustível foi um dos gatilhos do Caracazo, como ficou conhecida a sangrenta convulsão social ocorrida na época.

Maduro também anunciou reformas no complexo sistema cambial venezuelano, que terá apenas duas bandas a partir de sexta-feira. Atualmente, são três.

Ele também anunciou um aumento de 20% no salário mínimo, que passará de 9.600 bolívares para 11.520 bolívares.

Economistas se mostraram céticos em relação às medidas.

Para o diretor da Econanalítica, Asdrúbal Oliveros, uma desvalorização ou aumento da gasolina ou de preços não são as medidas que vão tirar a Venezuela da crise. Isso requer muito mais, advertiu.

 

Últimas Notícias

Petrobras demite funcionários com prisão decretada na Lava Jato
Porto de Santos movimenta 110 milhões de toneladas de carga em 2018
Alimentos da cesta básica estão mais caros em 16 capitais brasileiras
Vendas internas de veículos novos têm melhor resultado desde 2015
BNDES lança programa para atender startups
Mercosul e UE retomam negociação com expectativa de acordo até março
Poupança tem menor captação para meses de novembro em três anos
Toma posse diretoria da nova Agência Reguladora de Mineração

MAIS NOTICIAS

 

Moro reafirma “confiança pessoal” em Onyx
 
 
Após discussão, votação do Escola sem Partido em comissão é suspensa
 
 
Senado aprova projeto que congela distribuição de recursos do FPM
 
 
Crediário e cartão são os maiores responsáveis pela inadimplência
 
 
Balança comercial tem segundo melhor superávit para meses de novembro
 
 
Enel anuncia R$ 3,1 bi em distribuição de energia em São Paulo

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212