Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


18 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Procurador pede para vice-presidente ser proibido de deixar o Equador por caso Odebrecht - Jornal Brasil em Folhas
Procurador pede para vice-presidente ser proibido de deixar o Equador por caso Odebrecht


O Ministério Público do Equador pediu, nesta terça-feira, para a Corte de Justiça proibir a saída do país do vice-presidente Jorge Glas, investigado pelo caso de corrupção com a Odebrecht.

O procurador-geral, Carlos Baca, solicitou a medida cautelar em uma audiência em que o vice-presidente foi envolvido no caso, ao lado de outras dez pessoas.

Glas é suspeito de um delito de associação ilícita para obter benefícios em contratos.

José Conceição Filho, ex-diretor da Odebrecht no Equador, confessou ter pago pelo menos 14,1 milhões de dólares a Glas em troca de contratos com o governo.

Contudo, o vice-presidente garante que as reuniões com funcionários da empresa brasileira foram para exigir a reparação de obras e nega qualquer vinculação na trama de pagamento de subornos.

Entre os investigados, estão ex-funcionários da construtora, da petroleira estatal venezuelana PDVSA, da equatoriana Petroecuador e Carlos Pólit, ex-controlador que foi destituído pelo Congresso, de maioria governista.

Baca indicou que há fundamentos para processar Glas, de quem o Parlamento retirou a imunidade, para que eventualmente pudesse ser condenado.

Glas ainda não enfrenta uma acusação formal dentro do processo, pelo qual seu tio Ricardo Rivera já cumpre prisão domiciliar (porque tem mais de 65 anos).

O MP pediu a prisão preventiva de seis investigados, alguns deles estrangeiros ex-diretores da Odebrecht e da PDVSA que estão fora do Equador, bem como para Pólit, que está nos Estados Unidos.

Um juiz da Corte Nacional de Justiça vai decidir em breve se aceita os pedidos do procurador Baca.

Glas foi responsável desde 2007 por setores estratégicos do Equador e a partir de 2013 se tornou vice-presidente.

Segundo o departamento de Justiça dos Estados Unidos, a Odebrecht pagou 33,5 milhões de dólares a funcionários públicos no Equador entre 2007 e 2016 para obter contratos de obras públicas no país.

As investigações em curso no Equador pelo caso Odebrecht prenderam dez pessoas no país, entre elas o ex-ministro de Eletricidade Alecksey Mosquera, grande aliado de Glas.

 

Últimas Notícias

Bolsonaro terá uma série de reuniões na próxima semana em Brasília
Com pênalti controverso, Brasil vence Uruguai por um a zero
Brasil está preparado para substituir médicos cubanos, afirma Temer
Chega a quatro número de vítimas das chuvas em Belo Horizonte
Estudantes poderão renovar o Fies até o dia 23
Massoterapeuta Dani Bumbum deixa prisão no Rio
Cervejas terão rótulos com os ingredientes usados na fabricação
Temporal causa mortes e estragos em BH; adolescente está desaparecida

MAIS NOTICIAS

 

Morre em Pelotas o criador da camisa canarinho, Aldyr Schlee
 
 
Brasil concentrou 40% dos feminicídios da América Latina em 2017
 
 
Jungmann e Toffoli anunciam sistema para unificar processos de presos
 
 
Pensamento liberal deve guiar a equipe econômica de Bolsonaro
 
 
Gold3-4 minutosfajn permanecerá à frente do BC até Senado aprovar Campos Neto
 
 
Senado argentino aprova orçamento de 2019 como prometeu ao FMI

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212