Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


15 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Euro supera US$ 1,20 pela primeira vez desde janeiro de 2015 - Jornal Brasil em Folhas
Euro supera US$ 1,20 pela primeira vez desde janeiro de 2015


A cotação do euro superou nesta terça-feira a barreira de 1,20 dólar pela primeira vez desde janeiro de 2015, estimulada pelo crescimento da Eurozona ante um contexto econômico mais agitado nos Estados Unidos

O euro superou a barreira de 1,20 dólar nesta terça-feira (29), pela primeira vez desde janeiro de 2015, estimulado pela fraqueza da moeda americana diante dos desdobramentos da tempestade Harvey e do lançamento de mais um míssil norte-coreano.

Até as 9h GMT (6h em Brasília), a moeda única europeia estava cotada a 1,2062 dólar, contra 1,1978 dólar de segunda-feira. Às 8h10 GMT (5h10 em Brasília), o euro chegou a seu nível máximo desde janeiro de 2015, a 1,2070 dólar.

A divisa europeia ficou estável ante a moeda japonesa, a 130,81 ienes.

O dólar também recuava frente à divisa do Japão, a 108,45 ienes, após ter alcançado 108,34 ienes na noite de segunda-feira, seu nível mais baixo em quatro meses.

Os investidores querem ficar longe dessa moeda em posição vulnerável, após a Coreia do Norte lançar, nesta terça-feira, um míssil balístico que sobrevoou o Japão.

O míssil caiu no oceano (Pacífico), mas tocou o ânimo dos mercados, e os investidores se afastam o máximo possível do risco. Levando-se em conta onde o conflito acontece e as partes envolvidas, é o euro, mais que o dólar, que serve de valor de refúgio, explicaram os analistas da RaboBank.

Além disso, nos Estados Unidos, a tempestade Harvey está provocando inundações colossais que, entre outras consequências, paralisaram a cidade de Houston, a quarta maior do país.

Apesar de não sabermos se a tempestade terá um efeito importante na macroeconomia americana, o número de pessoas que buscam trabalho pode aumentar, o que repercutiria no dólar, considera Naeem Aslam, analista do Think Markets.

O especialistas destaca, contudo, que a queda do dólar se deve, sobretudo, ao desânimo dos investidores após a reunião de Jackson Hole, em Wyoming, nos Estados Unidos. ários diretores dos bancos centrais mais importantes do mundo participaram desse encontro na última quinta e sexta-feira.

A presidente do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos), Janet Yellen, e o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, não fizeram nenhum comentário sobre o mercado cambial, ou sobre a evolução de suas políticas monetárias.

 

Últimas Notícias

Presidente Díaz-Canel defende trabalho de médicos cubanos no Brasil
Ministério vai lançar edital para repor vagas de médicos cubanos
CFM afirma que há médicos suficientes para atender Brasil
Associação lança projeto para conscientizar população sobre diabetes 2
Transposição do S. Francisco está na pauta de prioridades da transição
Temer inaugura primeira etapa do acelerador de elétrons Sirius
Temer diz que decidirá “lá na frente” reajuste de ministros do STF
Só um governador do Nordeste participa de encontro em Brasília

MAIS NOTICIAS

 

Volume de vendas do varejo cai 1,3% em setembro
 
 
Gilmar Mendes suspende decisão que obriga bancos a ressarcir clientes
 
 
Prefeitos e secretários pedem para manter cubanos no Mais Médicos
 
 
Em depoimento, Lula nega que é dono de sítio em Atibaia
 
 
Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 33 milhões no próximo sorteio
 
 
Enem: estudantes fazem hoje prova de matemática e ciências da natureza

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212