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21 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Pessoas com mais instrução correm menos risco de sofrer depressão (estudo) - Jornal Brasil em Folhas
Pessoas com mais instrução correm menos risco de sofrer depressão (estudo)


O risco de depressão é menor entre as pessoas com nível mais alto de instrução, aponta o informe anual da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE) sobre a educação

O risco de depressão é menor entre as pessoas com nível mais alto de instrução, aponta o informe anual da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE) sobre a educação.

Segundo o relatório, indivíduos com mais diplomas têm melhores oportunidades de trabalho, o que reduz a ansiedade.

As pessoas com mais instrução têm uma taxa de mortalidade menor e uma expectativa de vida mais alta, destaca o informe Panorama da Educação 2017 da OCDE, publicado nesta terça-feira.

Os dados coletados pelo organismo mostram que a educação pode contribuir para combater a depressão.

Os indivíduos com mais instrução têm, em geral, melhores oportunidades de trabalho, o que diminui a ansiedade e a depressão.

Esta conclusão se baseia em uma pesquisa realizada em 2014 em vários países europeus, cujos resultados foram publicados este ano.

Nestes países, 8% das pessoas com idades entre 25 e 64 anos afirmam ter sofrido depressão nos últimos 12 meses. E a incidência da depressão declarada pelos interessados varia sensivelmente em função do nível de formação.

Em média, o percentual de pessoas com depressão é duas vezes maior entre os adultos sem diplomas da segunda metade do Ensino Médio (12%).

A diferença chega a 3 pontos percentuais entre as pessoas que têm um diploma de bacharel e as que têm instrução superior.

O percentual de adultos que afirmam sofrer depressão diminui sucessivamente em função do nível de formação, afirma o estudo.

A educação contribui para o desenvolvimento de uma série de habilidades, mas estas não têm o mesmo impacto sobre a depressão, diz o informe.

A construção de habilidades sociais e emocionais, como a autoestima, tem mais impacto do que a aquisição de competências matemáticas, ou literárias.

A pesquisa mostra que o percentual de mulheres que declaram sofrer depressão é superior ao dos homens, mas diminui de forma mais forte do que o dos homens em função do nível de formação.

Embora a depressão tenha múltiplas causas, seu risco aumenta com o desemprego, ou a inatividade, duas situações que podem levar à solidão e a problemas financeiros.

Aumentar o nível de capacitação dá às pessoas ferramentas melhores para lidar com este fator de risco, conclui a OCDE.

 

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