Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


16 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 CGU torna inidônea empresa investigada na Lava Jato - Jornal Brasil em Folhas
CGU torna inidônea empresa investigada na Lava Jato


Alvo da Operação Lava Jato por fraude em contratos da Petrobras e pagamento de propina a agentes públicos, a empresa Tomé Engenharia S/A foi declarada hoje (19) inidônea para contratar com a administração pública pela Controladoria-Geral da União (CGU).

Com a punição, a empresa está impedida por, pelo menos, dois anos de participar de licitações e assinar contratos com órgãos e entidades de todos os poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) e de todas as esferas de governo, municipal, estadual e federal. Procurada pela reportagem da Agência Brasil, a empresa ainda não se manifestou.

De acordo com o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União, a empresa foi acusada, e considerada condenada, com base em duas tipificações de irregularidades previstas na Lei nº 8.666/1993 (Artigo 88, Incisos II e III) e no Manual de Contratação da Petrobras (Cláusula 9.3.6).

A primeira trata de fraude em da licitação, caracterizada pelo conluio entre empresas que prestavam serviços à Petrobrás, e a segunda, da prática de atos ilícitos que, segundo a CGU, ficou caracterizada pelo pagamento de propina a agentes públicos para garantir a continuidade de ajustes anticompetitivos. Também ficou comprovada a utilização de empresas de fachada para dissimular pagamentos.

De acordo com a CGU, o processo administrativo de responsabilização contra a empresa foi instaurado em março de 2015 e teve como base informações compartilhadas pelo Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência (Cade) e Justiça Federal, além de dados colhidos junto ao Ministério Público Federal (MPF) e à Petrobras. Também foram realizadas oitivas de colaboradores que firmaram acordo de delação premiada.

Ao todo, a CGU já instaurou 29 procedimentos administrativos de responsabilização no âmbito da Operação Lava Jato. Além da Tomé Engenharia S/A, seis empresas foram declaradas inidôneas: Mendes Júnior, Skanska, Iesa Óleo & Gás, Jaraguá Equipamentos Industriais, GDK S/A e Alumini Engenharia S/A.

As empresas NM Engenharia, Egesa e Niplan tiveram o processo arquivado por falta de provas. Já a empreiteira UTC Engenharia assinou acordo de leniência.

 

Últimas Notícias

Presidente Díaz-Canel defende trabalho de médicos cubanos no Brasil
Ministério vai lançar edital para repor vagas de médicos cubanos
CFM afirma que há médicos suficientes para atender Brasil
Associação lança projeto para conscientizar população sobre diabetes 2
Transposição do S. Francisco está na pauta de prioridades da transição
Temer inaugura primeira etapa do acelerador de elétrons Sirius
Temer diz que decidirá “lá na frente” reajuste de ministros do STF
Só um governador do Nordeste participa de encontro em Brasília

MAIS NOTICIAS

 

Volume de vendas do varejo cai 1,3% em setembro
 
 
Gilmar Mendes suspende decisão que obriga bancos a ressarcir clientes
 
 
Prefeitos e secretários pedem para manter cubanos no Mais Médicos
 
 
Em depoimento, Lula nega que é dono de sítio em Atibaia
 
 
Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 33 milhões no próximo sorteio
 
 
Enem: estudantes fazem hoje prova de matemática e ciências da natureza

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212