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19 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Ex-secretário de Saúde de Cabral depõe e nega obstrução de Justiça - Jornal Brasil em Folhas
Ex-secretário de Saúde de Cabral depõe e nega obstrução de Justiça


O ex-secretário de Saúde Sérgio Côrtes, titular da pasta durante o governo de Sergio Cabral, depôs nesta quinta-feira (21) na 7ª Vara Federal Criminal. Preso desde 11 de abril desse ano, ele negou ter obstruído a Justiça, motivo principal de sua prisão.

De camiseta branca, usada por internos do sistema penal, bastante magro e com a cabeça totalmente raspada, Côrtes garantiu ao juiz Marcelo Bretas que não quis atrapalhar a iniciativa de delação premiada de César Romero, que foi seu subsecretário de Saúde e acabou gravando diálogo comprometedor com ele.

Côrtes disse que foi até o escritório de Romero a convite dele e que o objetivo seria tentar conversar sobre a possibilidade de uma delação conjunta. “Ele me chamou para uma reunião. Como eu poderia constrangê-lo? Em nenhum momento ofereci nada a ele. Não ofereci qualquer benefício e não fiz qualquer ameaça”, sustentou.

O advogado Rafael Kullmann, responsável pela defesa de Côrtes, disse que ficou provado a inocência de seu cliente no episódio. “A acusação de obstrução de Justiça era baseada numa versão fantasiosa e mentirosa de César Romero. Hoje ficou claro que esse episódio não aconteceu como se relatou. Sem dúvida alguma, nesta acusação de obstrução de Justiça, o resultado não pode ser outro senão a absolvição do Sérgio”, declarou o advogado.

Também prestou depoimento ao juiz Marcelo Bretas o empresário Miguel Skin, fornecedor de equipamentos médico-hospitalares ao estado. Ele foi preso, juntamente com Côrtes, na Operação Fatura Exposta, e continua na cadeia. Iskin negou que tenha articulado para barrar a delação premiada de Romero.

Marcelo Bretas ouviu ainda Sérgio Viana, cunhado de Côrtes e primo de Romero. Assim como os demais, negou que tenha participado de algum tipo de intimidação a Romero quanto a sua delação premiada.

A Operação Fatura exposta investiga o pagamento de propinas a políticos para empresas, incluindo a de Iskin, obterem vantagens na venda de produtos à Secretaria de Saúde do estado.

 

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