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23 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 No Rio, Polícia Militar ocupa favela da Rocinha pelo quarto dia seguido - Jornal Brasil em Folhas
No Rio, Polícia Militar ocupa favela da Rocinha pelo quarto dia seguido


O Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar realiza, pelo quarto dia consecutivo, mais uma operação contra o tráfico de drogas na favela da Rocinha, na Gávea, zona sul do Rio. Os militares estão vasculhando a parte alta da comunidade e a região de Mata Atlântica, para onde a quadrilha de Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, teria se refugiado.

A guerra pelo controle dos pontos de venda de drogas na Rocinha, a maior favela do Rio, com mais de 150 mil moradores, teve início no final de semana, quando Antonio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, determinou de dentro da Penitenciária Federal de Porto Velho, em Rondônia, através de pessoas que o visitam, a retomada dos pontos de drogas na comunidade.

Com isso, dezenas de homens fortemente armados invadiram a Rocinha na madrugada de sábado para domingo (17), em confronto entre as duas quadrilhas, quando três pessoas ligadas ao tráfico foram mortas e três moradores acabaram feridos por balas perdidas.

O Disque-Denúncia está oferecendo uma recompensa de R$ 30 mil, a quem der informações que levem à prisão de Rogério 157. O telefone do serviço é (21) 2253-1177. O anonimato é garantido.

A Secretaria municipal de Educação informou que hoje quatro escolas municipais estão com as aulas suspensas. Elas atendem a 1.915 crianças.

Esclarecimento da PM

Sobre os últimos confrontos entre facções rivais de criminosos na comunidade da Rocinha, o Comando Geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro informou, em nota, que a Coordenadoria de Inteligência da corporação tinha informações sobre a possibilidade de confrontos armados na Rocinha e que monitora inquietações entre grupos rivais em outras comunidades do estado.

De acordo com a PM, dificilmente os dados coletados revelam com precisão datas e horários de possíveis invasões. Seria tecnicamente inviável montar uma estratégia de policiamento preventivo, com o emprego de centenas de homens, para evitar invasões numa região metropolitana que contabiliza mais de mil comunidades conflagradas, diz o comunicado.

No domingo de manhã, a PM reforçou o contingente de policiais na Rocinha para intervir na guerra que se iniciava entre criminosos e estabilizar o terreno, seguindo protocolo técnico de atuação que nos orienta a priorizar a preservação de vidas e que o reforço de policiamento na Rocinha será mantido por tempo indeterminado.

Sobre os vídeos mostrando a fuga e circulação de criminosos, a Polícia Militar informou que as imagens estão sendo analisadas pelo setor de inteligência da corporação. As imagens ratificam a tese defendida pelo Comando da PM de que a sociedade brasileira precisa rever sua estratégia de repressão ao tráfico internacional de armas, como também discutir profundamente uma mudança no código de processo penal.

“É inadmissível interpretarmos com naturalidade a cena de criminosos portando fuzis com alto poder de destruição. Em qualquer país civilizado, esses criminosos seriam enquadrados como terroristas”, diz o comunicado.

 

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