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16 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Como investir depois dos 50 anos? Assessora de investimentos ensina - Jornal Brasil em Folhas
Como investir depois dos 50 anos? Assessora de investimentos ensina


SÃO PAULO – Os economistas costumam dizer que quanto mais cedo começar a poupar, melhor para o investidor. Ele terá o tempo – com os juros compostos das aplicações – a seu favor. No entanto, é comum que muitas pessoas não consigam começar a poupar ainda no começo da vida profissional por inúmeras razões.

Recebemos uma pergunta de um leitor do InfoMoney – no e-mail [email protected] – que pretende fazer uma aplicação mensal de R$ 500 para sua esposa de 55 anos. Ele conta que pensou em um plano de previdência privada, mas acredita ser tarde para isso e tem dúvidas sobre a melhor opção para investir após os 50 anos.

A assessora de investimentos Fernanda Zucatelli, da Cash Invest, conta que nunca é tarde para começar a poupar para aposentadoria. “Porém, é sabido que, quanto mais tarde começamos, maior deverá ser o aporte financeiro para garantir uma condição de vida mais confortável naquele momento em que não mais estaremos aptos a produzimos renda”, ressalta.

Zucatelli explica que, teoricamente, o ideal é que a esposa do leitor já dispusesse de, pelo menos, seis anos da renda dela investidos em alguma aplicação voltada para sua aposentadoria, não necessariamente em previdência privada. “Não deve ser levado em conta um eventual imóvel para moradia, pois este não produz renda. Mas como disse, nunca é tarde para começar”, afirma.

A assessora de investimentos sugere que o investidor acima de 50 anos comece a acumular seus recursos em uma aplicação segura, como títulos públicos ou ativos de renda fixa garantido pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito). “Mais tarde, com um capital já acumulado poderá pensar em outras alternativas de investimento”, afirma.

No entanto, enquanto o investidor está no estágio de formação dessa reserva financeira que garantirá tranquilidade na aposentadora, seria prudente a contratação de um seguro de vida para evitar que a esposa fique desamparada – caso algo aconteça no meio do caminho que impeça a formação de reserva suficiente, pondera Zucatelli.

 

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