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21 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Policiais que vazavam informação para o tráfico são condenados pela Justiça - Jornal Brasil em Folhas
Policiais que vazavam informação para o tráfico são condenados pela Justiça


A Justiça Militar do Rio de Janeiro condenou quatro policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope) por vazamentos diários de informação sobre operações da Polícia Militar contra traficantes da facção Comando Vermelho. As investigações apontaram o militar Silvestre André da Silva Felizardo como o líder do grupo. Ele teve pena fixada pela juíza Ana Paula Monte Figueiredo Pena Barros, da Auditoria da Justiça Militar do Rio de Janeiro, em 80 anos.

Maicon Ricardo Alves da Costa, André Silva de Oliveira e Raphael Canthé dos Santos receberam condenação de 48 anos de prisão. Em princípio, o cumprimento das penas será em regime fechado. O outro réu no processo, Rodrigo Mileipe Vermelho Reis, foi absolvido. A Polícia Militar informou que a sua corregedoria instaurou um processo administrativo disciplinar, que poderá acarretar na exclusão do policial da corporação.

A denúncia contra os policiais indicou que eles recebiam, semanalmente, entre R$ 2 mil e R$ 10 mil, por comunidade, para antecipar com detalhes as operações que seriam realizadas. Para a juíza, a participação dos acusados contribuiu para a expansão e o fortalecimento das atividades criminosas desempenhadas pela facção nas comunidades. “Fazia com que soubessem onde poderiam continuar a praticar seus crimes sem serem incomodados pela polícia”, disse.

A magistrada acrescentou que a cumplicidade com os PMs facilitava o tempo que os traficantes tinham para preparar a fuga e esconder armas e drogas. “Era nítido que esses vazamentos aconteciam, já que os policiais militares chegavam nas unidades deflagradas e simplesmente não encontravam nada, não havia movimento algum, o que inclusive, começou a despertar a atenção do próprio comando da unidade”, completou.

Ainda de acordo com as apurações, os policiais se comunicavam por meio de mensagens eletrônicas com traficantes das favelas de Antares e do Rodo, em Santa Cruz; na Faz Quem Quer e nos morros da Covanca, do Jordão e do Barão, em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio; no Complexo do Lins, no Méier; no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, na zona norte; e na Vila Ideal e no Lixão, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

 

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