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18 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Mundo reage ao referendo de independência da Catalunha - Jornal Brasil em Folhas
Mundo reage ao referendo de independência da Catalunha


Vários dirigentes condenaram neste domingo (1º) as ações policiais em diversos colégios eleitorais na Catalunha, para impedir a celebração do referendo de independência, declarado ilegal pela Justiça espanhola.

Mais de cem pessoas ficaram feridas nos incidentes, entre elas 12 membros das forças de segurança.

A seguir, as reações internacionais de representantes políticos:

- Nicolás Maduro, presidente da Venezuela -

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, condenou a repressão brutal contra manifestantes que defendiam o referendo separatista da Catalunha, proibido pela Justiça, e chamou o chefe de governo espanhol, Mariano Rajoy, de ditador.

Não me meto nos temas internos da Catalunha, da Espanha, nem de nenhum [outro] país, mas são eventos internacionais de grande importância (...) Apareceu a repressão, brutal, brutal, realmente brutal, porque se um povo está em paz e tranquilo, deixem-no em paz, disse Maduro em seu programa dominical, transmitido pela TV estatal VTV.

Mariano Rajoy tem que responder ao mundo pelo pelo que fez com o povo catalão, acrescentou o presidente, que comparou os fatos com a época da ditadura de Francisco Franco (1939-1975).

Maduro é acusado pela oposição venezuelana de uma selvagem repressão, durante a onda de protestos na Venezuela entre abril e julho, que exigiam eleições gerais no país, e terminaram com um balanço de 125 mortos.

- Prefeitos e presidentes regionais -

-- Anne Hidalgo, prefeita de Paris

Sou andaluz de origem, e parte da minha família é catalã. O que acontece é muito triste. Confesso que não entendo qual Catalunha quer se separar da Espanha (...) Me custa, no plano afetivo e no racional (...) Talvez possam ser feitas mudanças na relação entre o poder central madrilenho, que nem sempre está certo, e a Catalunha, mas esse desejo de independência me parece muito perigoso para a Espanha e inclusive para a Europa. Estou preocupada. Espero que a Espanha consiga encontrar um caminho com a Catalunha.

-- Nicola Sturgeon, primeira-ministra escocesa:

Independentemente das opiniões sobre a independência, todos deveríamos condenar as cenas que aconteceram ali e pedir à Espanha que mude de rumo antes que alguém saia gravemente ferido, tuitou. Deixem as pessoas votarem pacificamente.

-- Geert Bourgeois, presidente da região belga de Flandres:

Madri, pare a violência e estabeleça um diálogo com a liderança legítima de um povo pacífico.

- Países da UE -

-- Charles Michel, primeiro-ministro belga:

A violência nunca pode ser a resposta! Condenamos qualquer forma de violência e reafirmamos nosso pedido por um diálogo político

-- Miro Cerar, primeiro-ministro esloveno:

Estou preocupado com a situação. Peço pelo diálogo político, pelo Estado de direito e por soluções pacíficas.

- Líderes da Eurocâmara -

-- Guy Verhofstadt, porta-voz do grupo liberal:

No seio da UE, queremos alcançar soluções mediante o diálogo político e o respeito à ordem constitucional. Já é hora de reverter a escalada e de uma solução negociada com todos os partidos políticos, inclusive a oposição no Parlamento da Catalunha.

-- Gianni Pittella, porta-voz dos social-democratas:

O referendo ilegal não é válido, mas é um dia triste para a Espanha e a Europa, os sentimentos de tantos cidadãos e cidadãs catalães que ocuparam as ruas também devem ser escutados.

- Outros líderes políticos -

-- Martin Schulz, líder do Partido Social-Democrata alemão:

A escalada (de violência) na Espanha é preocupante. Madri e Barcelona devem reduzir a tensão imediatamente e buscar o diálogo.

-- Jeremy Corbyn, líder del Partido Trabalhista britânico:

A polícia contra os cidadãos na Catalunha é estremecedora. O governo espanhol deve agir para parar isso agora, publicou no Twitter. Solicito a Theresa May para pedir diretamente a (Mariano) Rajoy que pare a violência na Catalunha e que encontre uma solução polícia para esta crise institucional.

-- Jean-Luc Mélenchon, líder do partido de esquerda radical francês França Insubmissa:

O Estado espanhol perde seu sangue frio. A nação não pode ser uma camisa de força.

--Benoît Hamon, ex-candidato à presidência pelo Partido Socialista francês:

No coração da Europa, essas imagens de violência para impedir as pessoas da Catalunha de votar são significativas e ameaçadoras.

 

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