Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


23 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Oposição contesta reeleição de presidente há 30 anos no poder em Uganda - Jornal Brasil em Folhas
Oposição contesta reeleição de presidente há 30 anos no poder em Uganda


A comissão eleitoral de Uganda anunciou hoje (20) a reeleição do presidente Yoweri Museveni, no poder há 30 anos, mas a oposição contestou os resultados da votação, que qualificou como “fraudulenta”.

“A comissão declara que o candidato Yoweri Kaguta Museveni, que obteve mais de 50% dos votos válidos, foi eleito presidente da República do Uganda”, disse o presidente do órgão, Badru Kiggundu.

Museveni, que vai cumprir seu quinto mandato presidencial de cinco anos, conquistou nas eleições realizadas na quinta-feira (18) cerca de 60,75% dos votos, contra os 35,37% obtidos por seu principal adversário político e líder da oposição desde 2001, Kizza Besigye.

Minutos depois do anúncio da reeleição de Museveni, Kizza Besigye rejeitou os resultados das eleições. “Os resultados da eleição presidencial devem ser rejeitados”, declarou o candidato, em comunicado.

“Peço-lhes, em nome dos corajosos cidadãos do Uganda, para rejeitarem os resultados destas eleições de fachada”, acrescentou Besigye na nota dirigida à comunidade internacional.

“Testemunhamos o que deve ter sido o processo eleitoral mais fraudulento no Uganda”, prosseguiu o candidato opositor. Ele criticou a atuação dos organismos estatais, principalmente da comissão eleitoral, acusada por ele de parcialidade e de “incompetência técnica”.

Segundo o candidato da oposição, o dia da votação foi marcado por atrasos e vários incidentes, como o bloqueio das redes sociais, restrições à liberdade de expressão e várias detenções entre seus apoiadores.

Antigo médico pessoal de Museveni, durante a guerra civil, que durou de 1980 a 1986, Kizza Besigye também denunciou a sua detenção pela polícia.

A missão de observadores da União Europeia (UE) que acompanhou as eleições em Uganda também denunciou hoje, em conclusões preliminares, “a falta de transparência e de independência” da comissão eleitoral, mas também a “atmosfera de intimidação” que marcou as eleições presidenciais e legislativas de 18 de fevereiro.

Desde a independência, em 1962, que o país da África Oriental, com cerca de 37 milhões de habitantes, não observa uma alternância política pacífica. Cerca de metade dos eleitores nunca conheceram outro presidente.

No poder desde 1986 – após tomar Kampala com seu Exército de Resistência Nacional (NRA) e derrubar o autocrata Milton Obote –, Museveni tem a seu favor a força financeira e o poder eleitoral de seu partido, o Movimento de Resistência Nacional (NRM).

 

Últimas Notícias

Chega a 73 o número de mortos em explosão no México; feridos somam 74
Forte terremoto de magnitude 6,7 atinge o Chile
Mais de 150 imigrantes se afogam no Mar Mediterrâneo
Brasil e Europa vão ser interligados por novo cabo submarino
Acordo para mudar nome da Macedônia gera protestos em Atenas
Ghosn está disposto a aceitar qualquer condição para obter fiança
Bombeiros buscam pessoa desaparecida depois de tromba dágua no Rio
Mega-Sena acumula de novo e pode pagar R$ 38 milhões na quarta-feira

MAIS NOTICIAS

 

ANP aprova credenciamento de empresa certificadora
 
 
Política de combate à inflação foi bem-sucedida, diz presidente do BC
 
 
Marcos Pontes: fusão de Embraer e Boeing preserva interesses do país
 
 
Número de linhas de celular tem maior queda do ano em novembro
 
 
ANP: Petrobras pede prazo maior para definir quais campos vai explorar
 
 
Ex-presidente do Banco Central defende política econômica do governo

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212