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18 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Presidente catalão exige saída de policiais deslocados para a Catalunha - Jornal Brasil em Folhas
Presidente catalão exige saída de policiais deslocados para a Catalunha


Hoje (3), a Catalunha está em greve geral em protesto pela violenta ação policial de repressão durante o referendo do último domingo (1º). Carles Puigdemont, presidente catalão, exigiu a remoção dos cerca de 10 mil policiais deslocados para a região. Após protestos, policiais tiveram que deixar hotéis onde estavam hospedados.

De acordo com o períodico espanhol El País, em pelo menos 3 cidades catalãs os agentes da Polícia Nacional e da Guarda Civil foram forçados a abandonar hoje os hotéis em que estavam hospedados por conta de protestos dos independentistas. Gritos, insultos e vaias impediam o descanso dos agentes.

O Ministério Público abriu processo para investigar as possíveis coações, ameaças e delitos de ódio contra os agentes. Por outro lado, o governo catalão informou que criará uma comissão especial de investigação das violações dos direitos fundamentais que ocorreram na Catalunha.

Com esta comissão, explicou Puigdemont, o governo quer coletar toda a informação sobre os atos violentos que deixaram 893 pessoas feridas. “A comissão será criada para acompanhar e reconhecer as vítimas da brutalidade policial. São cidadãos da Catalunha, cidadãos europeus, protegidos pela Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia”.

Puigdemont explicou que a comissão será composta por especialistas de fora do governo e membros da equipe jurídica da Generalitat (governo catalão), e que o governo será cobrado como um processo privado e fornecerá toda a cobertura necessária.

No perfil do governo catalão no Twitter, Puigdemont declarou que a Catalunha é um país pacífico. “Hoje é um dia de protesto democrático, cívico e digno. Não se deixem chatear por provocações. O mundo viu: somos pessoas pacíficas”.

Ontem, em coletiva de imprensa, Puigdemont declarou que todos dizem que a violência não é o caminho. Eu ouvi isso dos governos da União Européia, menos do espanhol”, em tom de crítica ao posicionamento do governo central.

 

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