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17 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Organização patronal catalã alerta para risco de insolvência econômica - Jornal Brasil em Folhas
Organização patronal catalã alerta para risco de insolvência econômica


A principal organização patronal da Catalunha, Fomento del Trabajo, alertou, nesta segunda-feira (9), que o caminho tomado pelos dirigentes regionais, com a celebração de um referendo inconstitucional e a possível declaração de independência, poderia levar à insolvência econômica.

O incerto caminho tomado por forças políticas com estreita maioria no Parlamento durante o mês de setembro, superou fronteiras de ilegalidade, levando o país ao descrédito nacional e internacional e, quem sabe, até à insolvência econômica, destacou a entidade em um comunicado.

Nos últimos dias, marcados pela incerteza sobre uma possível declaração de independência do presidente regional Carles Puigdemont, diversas empresas decidiram mudar sua sede social para outras regiões da Espanha.

Entre elas, estão seis das sete empresas catalãs do índice da bolsa espanhola Ibex 35, como as entidades financeiras CaixaBank e Banco Sabadell, a energética Gas Natural e a gestora de rodovias Abertis.

Além disso, segundo a entidade patronal, novos investimentos no setor industrial foram suspensos, as reservas turísticas na região caíram pela metade e diversos cliente de fundos de poupança e de investimento transferiram suas contas para fora da Catalunha.

É um reflexo claro do máximo grau de preocupação com o que se assiste, do âmbito empresarial, a um conflito político muito sério, que nos interpela a agir com responsabilidade e rigor, alertou o Fomento del Trabajo, que fez uma reunião extraordinária de seu comitê executivo.

Por isso, pediram para Puigdemont não avançar nem um passo mais no incerto caminho iniciado no Parlamento porque teria consequências irreparáveis para a Catalunha e a Espanha.

O presidente catalão deve comparecer nesta terça-feira na Câmara regional pela primeira vez desde a celebração do referendo proibido de 1 de outubro que, segundo seu governo, os separatista ganharam com 90% dos votos e com participação de 43%, em meio a forte intervenção policial.

Com esses resultados, Puigdemont e seus aliados separatistas se comprometeram a declarar a separação da região, mas estão sendo fortemente pressionados para desistir disso.

 

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