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18 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Centro-Oeste precisará qualificar mais de 230 mil profissionais técnicos nos próximos anos - Jornal Brasil em Folhas
Centro-Oeste precisará qualificar mais de 230 mil profissionais técnicos nos próximos anos


A região Centro-Oeste do país vai precisar qualificar mais de 230 mil técnicos profissionais para atender as necessidades das indústrias locais nos próximos anos. A previsão está no Mapa do Trabalho Industrial 2017-2020 elaborado pelo Senai. As áreas que mais vão necessitar de técnicos capacitados são: alimentos, metalmecânica, vestuário e calçados, construção, veículos e energia.

Em fevereiro, foi sancionado o Novo Ensino Médio que pode contribuir para os estudantes ingressarem no ensino técnico profissional. A nova base curricular do Ensino Médio prevê a flexibilização da grade para, possivelmente, oferecer ao aluno também a possibilidade de fazer cursos técnicos.

O Coordenador-Geral de Ensino Médio do MEC, Wisley Pereira, explica que os estados vão poder inserir o ensino técnico no currículo de forma permanente. “Ter outras opções dentro das possibilidades do ensino médio, como o ensino técnico e profissional, é tentar também atender os projetos de vida dos estudantes. Mas, caberá isso ao sistema de ensino a produzir o ensino técnico e profissional já na matriz do ensino médio”, explica ele.

Situação em Goiás

Em Goiás, por exemplo, a produção industrial demonstra reação à crise econômica. De acordo com a Federação das Indústrias do estado, o índice que mede a confiança do empresário goiano registrou números positivos no começo do segundo semestre deste ano.

O indicador é importante para o mercado, já que por meio dele é possível projetar o aquecimento da economia e a possível abertura de novas vagas de emprego.

Para o deputado federal Alexandre Baldy, do PODEMOS goiano, o número de desempregados no país pode diminuir se os governos Federal, estaduais e municipais investirem na qualificação da mão-de-obra. “Goianos e brasileiros vivem o mesmo drama. Eu não tenho dúvida que se o governo federal, governos estaduais e os governos municipais entenderem por qualificarem, cada vez mais, a mão-de-obra, dentro de suas vocações, é um grande investimento para que a gente possa contribuir para a redução do desemprego”, defendeu o deputado.

O Mapa do Trabalho Industrial 2017-2020 do Senai, mostra ainda que o país vai precisar qualificar cerca de 13 milhões de técnicos profissionais para atenderem as necessidades das indústrias, em todos os estados. Os salários pagos para os profissionais técnicos podem ultrapassar os R$ 6.000 em determinadas áreas, como a de operadores de equipamentos em indústrias químicas.

 

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