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13 de Dez de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Navio Ary Rongel parte rumo à Antártica para apoiar pesquisa brasileira - Jornal Brasil em Folhas
Navio Ary Rongel parte rumo à Antártica para apoiar pesquisa brasileira


O navio de apoio oceanográfico Ary Rongel partiu hoje (13) do Rio de Janeiro com 107 tripulantes para apoiar os projetos de pesquisa científica do Brasil na Antártica. A previsão é que a embarcação chegue ao continente antártico no dia 26 deste mês.

Segundo a Marinha, a missão terá como objetivo fazer o apoio logístico aos Módulos Antárticos Emergenciais, atuar na reconstrução da Estação Antártica Comandante Ferraz, além de servir como plataforma para a realização de pesquisas, efetuando lançamentos e recolhimentos de pesquisadores. O regresso ao Rio de Janeiro está previsto para abril de 2018.

O comandante do Ary Rongel, capitão de mar e guerra Antônio Braz de Souza, disse que a tarefa principal do navio é dar suporte ao Programa Antártico Brasileiro. Segundo ele, o fim da reconstrução da nova Estação Antártica Comandante Ferraz está previsto para março de 2018. A estrutura foi destruída por um incêndio em fevereiro de 2012.

As atividades científicas envolverão estudiosos de diversas instituições de ensino e pesquisa do país, que desenvolverão seus projetos utilizando como base, além do próprio navio, os acampamentos estabelecidos na região antártica.

“A gente realiza algumas pesquisas a bordo nas áreas de biologia, oceanografia e geologia, enfim todas as ciências relacionadas ao meio ambiente antártico”, disse o comandante.

Programa Antártico

O Programa Antártico Brasileiro foi criado em 1982 com o objetivo de desenvolver um programa científico que incluísse o Brasil entre os países do Tratado da Antártica. A Estação Comandante Ferraz foi instalada dois anos depois, em fevereiro de 1984, e tornou-se a base para as pesquisas brasileiras no continente, abrigando militares e cientistas.

A estrutura foi destruída por um incêndio no dia 25 de fevereiro de 2012. O fogo começou na praça de máquinas, local onde ficavam os geradores de energia. Dois militares da Marinha morreram tentando apagar o incêndio, o suboficial Carlos Alberto Vieira Figueiredo e o sargento Roberto Lopes dos Santos.

Desde o incêndio, a instalação de módulos emergenciais tem permitido a permanência brasileira e a continuidade das pesquisas no local.

Edição: Lílian Beraldo

 

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