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25 de Sep de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

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 Preços de combustíveis estimulam alta da inflação em setembro nos EUA - Jornal Brasil em Folhas
Preços de combustíveis estimulam alta da inflação em setembro nos EUA


Uma alta recorde dos preços de combustíveis após um verão (do Hemisfério Norte) marcado por furacões levou a inflação nos Estados Unidos em setembro a subir, embora a tendência subjacente continue fraca, de acordo com os novos dados divulgados nesta segunda-feira (30).

As informações foram publicadas um dia antes do encontro do Comitê de Política Monetária do Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano), que deve optar por manter a taxa de juros inalterada, para aumentá-la em dezembro.

Embora os dados da inflação não sejam estimulantes, os gastos robustos indicam a continuidade da expansão econômica.

O índice de preços de Gastos de Consumo Pessoais (PCE, na sigla em inglês) aumentou 0,4% no mês, alta de dois décimos ante agosto, dentro das expectativas dos analistas, de acordo com o relatório do Departamento de Comércio.

O aumento foi provocado quase inteiramente por uma alta de 6,8% nos preços de gasolina, eletricidade e gás natural - o maior salto mensal no índice de energia em mais de oito anos.

Contudo, excluindo os custos voláteis de alimentos e combustíveis, o índice central PCE subiu apenas 0,1% no mês, o mesmo nível registrado por cinco meses seguidos.

Em 12 meses, o índice cresceu 1,6%, dois décimos a mais que em agosto, mas o índice subjacente manteve-se estável em 1,3%, o mesmo de agosto.

Há mais de cinco anos, o PCE central anual manteve-se abaixo da meta de 2% do Fed.

Funcionários do Departamento de Comércio disseram que os furacões Harvey e Irma afetaram os gastos dos consumidores, mas eles não conseguiram isolar esses efeitos, por causa da forma como os dados foram coletados.

A inflação persistentemente baixa atrapalhou os tomadores de decisões durante grande parte de 2017, com a presidente da Fed, Janet Yellen, descrevendo a baixa pressão inflacionária ora como um mistério, ora como uma surpresa e ora como uma preocupação.

Enquanto isso, as receitas pessoais dos americanos aumentaram 66,9 bilhões de dólares no mês, e os gastos com consumo depois dos furacões aumentaram um ponto percentual, a 136 bilhões de dólares, a maior alta mensal desde agosto de 2009, graças às vendas de bens duráveis, como carros.

Já a poupança caiu ao nível mais baixo desde agosto de 2008, a 441,9 bilhões de dólares, indicando uma forte demanda dos consumidores.

 

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