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22 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Grupo de Lima pede que ONU atue para conter crise na Venezuela - Jornal Brasil em Folhas
Grupo de Lima pede que ONU atue para conter crise na Venezuela


O Grupo de Lima pediu ao secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, para que atue visando conter a crise humanitária na Venezuela.

O pedido foi feito através dos ministros de Relações Exteriores do Peru, Ricardo Luna, e do Canadá, Chrystia Freeland, que se reuniram em Guterres em Nova York, representando o grupo.

Em entrevista à agência de notícias EFE após o encontro, nesta segunda-feira (30), Luna explicou que pediu ao secretário-geral uma aproximação mais direta diante da evolução inquietante da crise humanitária.

A crise humanitária é real e tem efeitos nos países vizinhos, como a chegada em massa de venezuelanos, explicou Luna.

Seria gravíssimo que as Nações Unidas se ocupe das crises no Oriente Médio, na África e na Ásia e não tenha um papel central na que está se desenvolvendo no coração da América do Sul, completou.

Até agora, Guterres se limitou a pedir que governo e oposição na Venezuela dialoguem, apoiando os esforços de mediação. No entanto, o ministro peruano e os chanceleres de outros países que formam o Grupo de Lima, entre eles o Brasil, consideram que, dada a magnitude da crise humanitária e a gravidade da crise política vivida pela Venezuela, eles exigem um papel mais ativo da ONU.

Conselho de Segurança

Por enquanto, a solicitação feita pelo Grupo de Lima está focada no âmbito humanitário, não num possível trabalho de mediação, que deveria ser pedido pelo Conselho de Segurança ou pelas partes.

Os chanceleres e representantes dos países que fazem parte do Grupo de Lima tinham se reunido na semana passada, em Toronto. No encontro foi decidido envolver o secretário-geral na crise.

Nós acreditamos que a situação na Venezuela se deteriorou, que há um retrocesso no processo democrático e uma consolidação da tendência autoritária, disse Luna.

Além de uma consolidação do regime do presidente venezuelano Nicolás Maduro, para o chanceler peruano há uma fragmentação da oposição democrática.

Apesar das dificuldades enfrentadas até agora, Luna defende uma solução regional para a crise e revelou que há países do Caribe interessados em aderir ao Grupo de Lima.

O chefe da diplomacia do Peru ressaltou que o Grupo de Lima não é um grupo de pressão, mas uma iniciativa que busca facilitar uma saída diante da falta de unidade da oposição e o crescimento de um regime absoluto e totalitário na Venezuela.

 

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