Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


16 de Dez de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Segóvia defende prerrogativa da PF de fechar delações premiadas - Jornal Brasil em Folhas
Segóvia defende prerrogativa da PF de fechar delações premiadas


O novo diretor-geral da Polícia Federal (PF), Fernando Segóvia, defendeu a prerrogativa da corrporação de fechar acordos de delações premiadas. O assunto é motivo de divergências entre o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal. Para os procuradores, a lei que dá essa atribuição aos policiais é inconstitucional e deve ser uma função exclusiva do MPF. Uma ação direta de constitucionalidade tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o assunto.

“ Já está na lei que a PF tenha a atribuição de fazer as delações premiadas, o que nada mais é que um meio de investigação. Como ferramenta de investigação, ela tem que fazer parte da atuação da PF e nós não vamos desistir dessa atribuição”, disse Segóvia, ao conceder entrevista à imprensa após assumir o cargo.

Investigação

Segóvia avaliou que a procuradoria pode ter agido de maneira apressada na investigação em que o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou o presidente Michel Temer por corrupção no caso envolvendo as delações de executivos da JBS.

“A gente acredita que se fosse pela égide da PF, essa investigação teria que durar mais tempo, porque uma única mala talvez não desse toda a materialidade criminosa que a gente necessitaria para resolver se havia ou não crime, quem seriam os partícipes e se haveria ou não corrupção”, avaliou.

Ainda segundo Segóvia, esse é um ponto de interrogação que está no imaginário popular que poderia ter sido respondido se a investigação tivesse durado mais tempo.

A mala a que Segóvia se refere é a que foi flagrada por investigadores da PF com o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, ao sair de uma pizzaria em São Paulo. Loures foi acusado de ter recebido R$ 500 mil de um executivo da JBS. Na ocasião, Rodrigo Janot denunciou Temer de ter se aproveitado da condição de chefe do Poder Executivo e ter recebido, por intermédio do ex-assessor Rodrigo Rocha Loures “vantagem indevida” de R$ 500 mil. O valor teria sido ofertado por um representante do empresário Joesley Batista, investigado na Operação Lava Jato. A denúncia contra Temer foi rejeitada pela Câmara dos Deputados.

Atuação com a PGR

O delegado também reforçou que, em conversas prévias com a nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ficou acertado que a Polícia Federal e o MPF trabalharão de forma conjunta e mais alinhada para concluir investigações que estão no STF e que, para isso, será criada uma força-tarefa entre as duas instituições.

 

Últimas Notícias

Instituições financeiras reduzem previsão de déficit primário em 2018
Valor do seguro obrigatório cairá 63,3% em 2019
Eletrobras: suspensão de leilão se estende a Amazonas Energia
BNDES voltará a subscrever ações de empresas
Juros do cheque e empréstimo pessoal em 2018 foram menores que em 2017
São Paulo fecha ano com 9,9 milhões de empregos formais no comércio
Governo libera 100% de capital estrangeiro nas aéreas nacionais
BNDES fecha o ano com desembolsos de R$ 71 bilhões

MAIS NOTICIAS

 

Mega-Sena sorteia hoje prêmio de R$ 36 milhões
 
 
Câmara aprova incentivos fiscais a Sudene, Sudam e Centro-Oeste
 
 
Governadores discutem hoje segurança pública; Moro deve participar
 
 
Doria diz a Moro que estados precisam de recursos para a segurança
 
 
João de Deus afirma estar à disposição da Justiça
 
 
CGU recupera R$ 7,23 bilhões para os cofres públicos este ano

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212