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13 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Marconi presta homenagem a Aristides Junqueira, “grande guardião da Constituição de 1988” - Jornal Brasil em Folhas
Marconi presta homenagem a Aristides Junqueira, “grande guardião da Constituição de 1988”


O governador Marconi Perillo teve na noite da última segunda-feira, dia 20, a oportunidade de homenagear com o título de Cidadão Goiano um dos ícones na defesa da Constituição Cidadã de 1988 e do estado democrático de direito – ex-procurador-geral da República Aristides Junqueira Alvarenga. A proposta de homenagem foi apresentada em julho de 1992, pelo então deputado estadual Marconi Perillo.

Ao saudar o homenageado, o governador assinalou que, como parlamentar estadual, apresentou apenas dois títulos de cidadania: um para Aristides e outro para o grande historiador goiano Luiz Palacin, um dos mais consagrados intelectuais da história de Goiás.

Ele ressaltou que Aristides Junqueira chegou ao topo da carreira na Procuradoria-Geral da República, tendo iniciado sua trajetória profissional como promotor de Justiça nas comarcas de Formosa, Porangatu, Palmeiras e Goianésia. “Vossa Excelência foi um grande colaborador para que a Constituição Cidadã tivesse consequência na vida das pessoas”, disse Marconi, ressaltando que o homenageado atuou como um “grande guardião da Constituição, agindo sempre com brasilidade, altíssimo espírito público e idealismo”.

Afirmou que acompanhou de perto a carreira de Aristides Junqueira, baseada em valores éticos e nacionalidade. Também lembrou que por onde o homenageado passou – as comarcas de Santa Cruz, Porangatu, Palmeiras e Goianésia – deixou amigos e uma plêiade de admiradores. “Estou feliz por prestar esta homenagem a um dos homens mais honrados do Brasil”, disse Marconi, ressaltando que o País precisa de brasileiros da estirpe de Junqueira. “Precisamos da inspiração de Vossa Excelência”, assinalou.

Ao fim do discurso de improviso, afirmou que doutor Aristides Junqueira Alvarenga tem muito a colaborar ainda para que tenhamos um país “mais justo, mais equânime”, colaborando para que o Brasil possa avançar e superar “tantas mazelas, tantos desmandos”. O governador concluiu o discurso de saudação citando uma frase do próprio homenageado, dita recentemente ao jornal Correio Braziliense: “Eu sou um sujeito cheio de esperança, não tenho desânimo ora nenhuma, apesar do caos que aí está”.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Vitti (PSDB), parabenizou o governador Marconi Perillo pela clareza de, ainda em 1992, quando exercia mandato de deputado estadual, homenagear um dos importantes vultos da história brasileira e um grande defensor das liberdades democráticas, “guardião do estado de direito: Aristides Junqueira Alvarenga”. Para ele, é um privilégio ter permitido que o governador ocupasse a tribuna onde atuou como parlamentar estadual, para homenagear “um grande brasileiro, que tanto serviço prestou a Goiás e ao Brasil”.

Aristides Junqueira: “O Brasil seria muito melhor se fosse um grande Goiás”
O procurador-geral da República aposentado Aristides Junqueira Alvarenga agradeceu ao governador Marconi Perillo pela deferência de homenageá-lo com título de cidadania goiana. “O Brasil seria muito melhor se ele fosse um grande Goiás”, afirmou Junqueira.

Visivelmente emocionado, o procurador disse que Goiás lhe ensinou muito e o tempo mais feliz de sua vida foi quando era promotor de Justiça em Goiás. “Foi aqui que pude fazer um trabalho em benefício da sociedade”.

Além do governador, do vice-governador José Eliton, do procurador-geral de Justiça, Benedito Torres e do desembargador Norival Santomé, os presidentes do TCE e TCM, participaram da homenagem os secretários Ricardo Balestreri (Segurança Pública), João Furtado (Sefaz), Vilmar Rocha (Cidades e Meio Ambiente), Lêda Borges (Secretaria Cidadã), Raquel Teixeira (Educação), João Gomes e Sandes Júnior (Extradordinários), dentre outras autoridades.

Aristides Junqueira Alvarenga é mineiro de São João Del Rei, nascido em 2 de março de 1942 e filho de Luís de Melo Alvarenga e de Alice Junqueira Alvarenga. Formou-se em direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), entre os anos de 1963 e 1967. No ano de 1968 foi aprovado, em concurso público, para o cargo de promotor de justiça no Estado de Goiás, tendo atuado nas Comarcas de Santa Cruz de Goiás, Porangatu, Palmeiras de Goiás e Goianésia até o ano de 1973.

Ainda em 1973, ocupou o cargo de chefe de gabinete do secretário de Segurança Pública do Estado de Goiás. Nesse ano obteve nova aprovação em concurso público, sendo nomeado, em novembro, ao cargo de Procurador da República de terceira categoria e atuado junto às varas da Justiça Federal especializadas em matéria penal, em São Paulo.

Indicado para exercer o cargo de Procurador-Geral da República, em 20 de junho de 1989, teve seu nome aprovado pelo Senado Federal, tomando posse em 28 de junho de 1989, para exercer um mandato de dois anos. Foi reconduzido ao cargo para mais um mandato de dois anos (28 de junho de 1991 a 30 de junho de 1993) e novamente para outro biênio (30 de junho de 1993 a 28 de junho de 1995).

No ano de 1978, publicou o livro “A competência criminal da Justiça Federal de primeira instância”. Aristides Junqueira foi, ainda, membro da Coordenação do Programa de Combate à Corrupção do Instituto Cidadania, órgão ligado ao PT; e diretor da Fundação Pedro Jorge da Associação Nacional dos Procuradores da República.

O homenageado lecionou em Goiás de 1971 a 1972; no curso de estágio da Faculdade de Direito das Faculdades Metropolitanas Unidas em São Paulo em 1974; na Academia Nacional de Polícia em Brasília em 1982; e, no Centro de Ensino Unificado de Brasília (Ceub), entre os anos de 1982 e 1985. Aristides Junqueira vem participando de vários conselhos, grupos de trabalho e comissões examinadoras de concursos públicos e profere inúmeras palestras e conferências.

Advogado da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), obteve do Superior Tribunal Federal, por unanimidade, a declaração de inconstitucionalidade pela Emenda Constitucional n. 45, de 2004, que transferia ao Procurador-Geral da República a escolha de três representantes dos MPs estaduais no Conamp.

 

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