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17 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 EUA: reguladora revela plano para acabar com neutralidade da rede - Jornal Brasil em Folhas
EUA: reguladora revela plano para acabar com neutralidade da rede


A principal entidade reguladora das telecomunicações nos Estados Unidos revelou nesta terça-feira (21) um plano para acabar com as regras de neutralidade da rede, adotadas em 2015 para tratar da mesma maneira todo o tráfego online.

O anúncio do chefe das Comunicações Federais (FCC), Ajit Pai, marcou a última reviravolta em uma disputa política de uma década, na qual ambos lados afirmam representar uma internet gratuita e aberta.

Pai anunciou que a ordem de Restauração da Liberdade na Internet será votada em uma reunião do FCC em 14 de dezembro. Ela dá fim à uma lei muito controversa, que impedia empresas de banda larga de fechar os serviços dos rivais, ou criar bandas digitais rápidas e lentas.

Segundo Pai, essa regra permitira uma abordagem regulatória leve, que daria espaço ao florescimento da internet.

A regra de 2016 deprimiu investimentos em construção e expansão de redes de banda larga e deteve a inovação.

Hoje, compartilhei com meus colegas um projeto de lei que deixaria essa abordagem fracassada e retornaria ao consenso de longa data, que atendeu bem aos consumidores durante décadas, disse Pai em um comunicado.

Com a minha proposta, o governo federal vai parar de microgerenciar a internet.

A disputa sobre a neutralidade da rede foi alvo de disputas legais, com defensores argumentando que as regras são necessárias para a proteção contra empresas de banda larga poderosas, como a Comcast e a AT&T, de agirem como porteiros, que podem punir seus rivais.

Matt Wood, do grupo de consumidores Free Press, disse que a nova iniciativa é uma entrega maciça a poucos conglomerados de mídia que controlam a banda larga.

As empresas mais odiadas e mal avaliadas ficarão livres para bloquear, separar e discriminar seu discurso na internet se o chefe do FCC (do governo) de Donald Trump conseguir o que quer, afirmou.

Empresas como AT&T, Comcast e Verizon ficarão livres para censurar conteúdos online e manipular a atividade econômica a seu favor, acrescentou.

Mas Jonathan Spalter, diretor-executivo da associação do setor, a USTelecom, comemorou a decisão.

A remoção de regulamentações antiquadas e restritivas pavimentará o caminho para o investimento em banda larga, bem como sua expansão e melhoria, disse Spalter em um comunicado.

 

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