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12 de Dez de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 EUA: Uber na mira das autoridades por roubo de dados - Jornal Brasil em Folhas
EUA: Uber na mira das autoridades por roubo de dados


A Uber começou a ser investigada, nesta quarta-feira (22), nos Estados Unidos após a empresa admitir que hackers roubaram os dados de 57 milhões de usuários do serviço em todo o mundo, incluindo de 600 mil motoristas.

Os procuradores dos estados de Nova York, Eric Schneiderman, e Connecticut, George Jepsen, abriram investigações.

Na terça-feira, a empresa revelou que foi hackeada em outubro de 2016 e que manteve o ataque em segredo durante mais de um ano.

Os nomes dos usuários, assim como seus e-mails e números de telefone, foram roubados, explicou em um comunicado nesta terça-feira o diretor-executivo da Uber, Dara Khosrowshahi.

Baseado em uma investigação externa, Khosrowshahi afirmou que a informação sobre os trajetos realizados, os números de cartões de crédito e contas bancárias, os números de seguro social e datas de nascimento dos usuários não foram roubados.

Dois membros da equipe de segurança de informação da Uber que comandaram a resposta ao incidente e não alertaram aos usuários que seus dados haviam sido roubados foram demitidos da companhia, com sede em San Francisco, segundo Khosrowshahi.

O escritório do procurador de Nova York não forneceu detalhes sobre o objetivo preciso da investigação, mas a Uber alcançou em janeiro de 2016 um acordo com ele sobre a proteção dos dados de seus clientes.

A investigação sucede uma primeira iniciada em 2014 sobre outro ataque cibernético. Na ocasião, a Uber pagou uma multa de 20.000 dólares por não ter revelado imediatamente o caso às autoridades.

A empresa americana de advogados Keller Rohrback, especializada em processos coletivos contra hackers, anunciou legalmente a abertura de sua própria investigação sobre o roubo de dados e chamou os usuários do aplicativo a contactá-los.

De acordo com fonte próximas ao caso, a Uber teria pago 100.000 dólares aos hackers para que não divulgassem o ataque e destruíssem as informações.

Ao decidir não revelar este ataque cibernético maciço, tentar atenuar as consequências pagando aos criminosos para destruir os dados, a Uber brincou com as informações pessoais de seus usuários e motoristas, afirmou Cari Campen Laufenberg, advogada da Keller Rohrback.

Além disso, escondeu durante mais de um ano, privando as vítimas de um tempo precioso para tomar medidas a fim de atenuar (as consequências do) roubo de seus dados privados, acusou.

Este ataque cibernético é mais um golpe à reputação da empresa, que tenta deixar para trás as acusações de falhas na verificação de antecedentes criminais de seus motoristas e de abusos sexuais dentro da companhia.

Khosrowshahi assumiu a direção da empresa no fim de agosto, substituindo o fundador Travis Kalanick, expulso por investidores que queriam restaurar a imagem do grupo.

Com o objetivo de se lançar na Bolsa em 2019, a Uber deverá mostrar um boletim de boa conduta em suas contas às autoridades americanas, enquanto convence os potenciais investidores de que a era de escândalos ligados a Kalanick já passou.

Khosrowshahi disse na segunda-feira que foi informado recentemente do incidente e que duas pessoas alheias à empresa seriam as responsáveis.

O fato de que os agressores tenham penetrado uma conta localizada em um servidor da Amazon sem obter números de cartões de crédito, números de seguro social e outros dados altamente sensíveis pode significar que a Uber tem controles para proteger esse tipo de informação, disse o vice-presidente de segurança da Covata, Mike Fleck.

 

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