Assine Brasil em Folhas / Nuvem / Pressreader



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


22 de Sep de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

...

...

 
Notícias
 Luzes de LED aumentam poluição luminosa no mundo - Jornal Brasil em Folhas
Luzes de LED aumentam poluição luminosa no mundo


Acreditava-se que provocariam uma revolução energética, mas a popularidade das luzes de LED está gerando um aumento da poluição luminosa no mundo, com consequências nefastas para a saúde dos humanos e dos animais, disseram pesquisadores nesta quarta-feira.

O estudo, publicado na revista Science Advances, se baseia em dados de satélite que mostram que a noite na Terra está se tornando mais brilhante, e as áreas exteriores iluminadas artificialmente aumentaram a um ritmo anual de 2,2% entre 2012 e 2016.

Os especialistas dizem que isso é um problema porque as luzes noturnas interrompem nossos relógios biológicos e aumentam os riscos de câncer, diabetes e depressão.

Para os animais, podem ser fatais, seja atraindo insetos ou desorientando as aves migratórias e as tartarugas marinhas.

A questão não é apenas as luzes de LED, que são mais eficientes porque necessitam menos eletricidade para proporcionar a mesma quantidade de luz, explicou o autor principal Christopher Kyba, físico do centro alemão de pesquisa para geociências GFZ. O problema é que as pessoas continuam instalando cada vez mais luzes.

Iluminamos coisas que não iluminávamos antes, como uma ciclovia em um parque ou uma estrada que leva aos arredores da cidade, ilustrou. Todos esses novos usos da luz compensam, até certo ponto, as economias que tivemos.

O estudo se baseou no primeiro radiômetro projetado especialmente para luzes noturnas: o Visible/Infrared Imager Radiometer Suite (VIIRS), montado em um satélite da Administração Oceânica e Atmosférica (NOAA) dos Estados Unidos que orbita a Terra desde outubro de 2011.

Com poucas exceções, o aumento na iluminação ocorreu na América do Sul, África e Ásia, apontou o estudo.

As raras reduções foram observadas em lugares afetados por conflitos, como a Síria e o Iêmen.

Algumas das zonas mais brilhantes do mundo, como Itália, Holanda, Espanha e Estados Unidos, eram relativamente estáveis.

Os pesquisadores também advertiram que os dados do satélite provavelmente subestimaram a iluminação geral, porque não foi possível captar os comprimentos de onda azuis que são proeminentes em muitas luzes de LED.

O excesso de luz noturna danifica os habitats naturais e torna impossível a observação de estrelas. Além disso, custa quase sete bilhões de dólares por ano em impactos negativos na vida silvestre, na saúde, na astronomia e na energia desperdiçada, segundo um estudo de 2010 publicado na revista Ecological Economics.

 

Últimas Notícias

Deputado Marlúcio promove caminhonetadas em várias regiões de Aparecida
Dia da Árvore: desmatamento vem caindo, mas ainda há desafios
Brincar com os quatro elementos da natureza ajuda a criança a se desenvolver melhor
Meninas que praticam esportes, cuidado com a alimentação!
Indústria paulista fecha 2,5 mil postos de trabalho em agosto
Aneel descarta revisão de bandeira tarifária em conta de luz
BNDES: empréstimos para Cuba e Venezuela não deveriam ter sido feitos
Brasil amplia investimento em educação infantil, diz OCDE

MAIS NOTICIAS

 

Toffoli toma posse hoje na presidência do STF
 
 
Chanceler do Paraguai visita Brasil para negociar construção de pontes
 
 
Indústria recua em oito dos 15 locais pesquisados pelo IBGE em julho
 
 
Brasil amplia investimento em educação infantil, diz OCDE
 
 
México investiga caso de deputadas forçadas a renunciar
 
 
A série de ataques de 11 de Setembro completa 17 anos

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212