Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


19 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Preços ao produtor fecham outubro com alta de 1,79% - Jornal Brasil em Folhas
Preços ao produtor fecham outubro com alta de 1,79%


A extração de minério de ferro, pressionada pelo aumento generalizado do preço do aço no mercado mundial, exerceu forte pressão sobre o custo do produto nas portas das fábricas e fez o Índice de Preços ao Produtor (IPP) fechar outubro com alta de 1,79% em relação a setembro. É a maior variação positiva nessa base de comparação desde os 2,99% de setembro de 2015.

As informações foram divulgadas hoje (29), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e indicam que, com a alta de outubro, o IPP fecha os primeiros 10 meses do ano com alta acumulada de 2,27%, comparativamente aos 10 primeiros meses de 2016. Em setembro, a alta acumulada no ano era de 0,47%.

Em outubro, os preços das indústrias extrativas e de transformação tiveram variações positivas em 19 das 24 atividades. O Índice de Preços ao Produtor mede a evolução dos preços de produtos na porta de fábrica, sem impostos e fretes, e abrange informações por grandes categorias econômicas: bens de capital, bens intermediários e bens de consumo (duráveis e semiduráveis e não duráveis).

Variações atingem atividades industriais

Segundo o IBGE, as quatro maiores variações foram observadas entre atividades industriais de extrativas, com alta de 9,41%, outros produtos químicos (4,23%), refino de petróleo e produtos de álcool (3,21%) e metalurgia (2,82%). No ano, o setor de extrativa acumula alta de 10,17% e tem também a maior variação em 12 meses: 34,66%.

Já em termos de influência, na comparação entre outubro e setembro deste ano, os destaques foram para outros produtos químicos, setor que respondeu por 0,39 ponto percentual na formação da taxa global; refino de petróleo e produtos de álcool (0,35 ponto percentual); indústrias extrativas (0,34 ponto percentual); e metalurgia (0,22 ponto percentual).

O analista do IBGE Manoel Campos ressalta que, embora a indústria alimentícia tenha apresentado variação positiva de 0,86% na comparação entre outubro e setembro, o setor acumula queda de 7,45% no ano e de -7,04 em 12 meses.

O destaque dado à indústria alimentícia se deu em razão de que “todos os anos, os resultados dos alimentos costumam ser positivos, mas esse ano o setor acumula variação negativa, o que segura os preços dos bens de consumo semiduráveis e não duráveis”.

China influencia alta de preços

A influência da indústria siderúrgica da China, a maior economia em expansão no mundo, é determinante para a alta dos preços do setor no Brasil e em outros países.

Manuel Campos lembra que recentemente “a China fechou indústrias siderúrgicas que produziam aço de qualidade inferior, investindo mais na produção de uma liga de melhor qualidade e preço mais alto” e que “isso provocou um aumento generalizado nos preços do aço no mundo e encareceu a matéria-prima”. Ele ressalta, porém, que esse movimento chinês “beneficiou a indústria extrativa de minério de ferro no Brasil”.

Outro setor da indústria que também teve aumentos de preços devido a variações provocadas pelo mercado chinês foi o da metalurgia: 2,82% na passagem de setembro para outubro, acumulando 9,58% no ano e 16,1% em 12 meses.

 

Últimas Notícias

Estimativa do mercado para inflação cai pela quarta vez seguida
Autoridades de Cuba anunciam retorno de médicos antes do fim do ano
Guatemala monitora atividades de vulcão que pode ter novas erupções
Marcelo Piloto é extraditado do Paraguai para o Brasil
Ex-CEO da Nissan é preso no Japão suspeito de reduzir próprio lucro
Governador eleito do Rio promete nova concessão para o Maracanã
Relatório alerta que há 45 barragens sob ameaça de desabamento
Relatório alerta que há 45 barragens sob ameaça de desabamento

MAIS NOTICIAS

 

Morre em Pelotas o criador da camisa canarinho, Aldyr Schlee
 
 
Brasil concentrou 40% dos feminicídios da América Latina em 2017
 
 
Jungmann e Toffoli anunciam sistema para unificar processos de presos
 
 
Pensamento liberal deve guiar a equipe econômica de Bolsonaro
 
 
Gold3-4 minutosfajn permanecerá à frente do BC até Senado aprovar Campos Neto
 
 
Senado argentino aprova orçamento de 2019 como prometeu ao FMI

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212