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16 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Sindicalistas pedem que Rodrigo Maia adie votação da reforma da Previdência - Jornal Brasil em Folhas
Sindicalistas pedem que Rodrigo Maia adie votação da reforma da Previdência


Presidentes de todas as centrais sindicais pediram hoje (29) ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o adiamento da votação da reforma da Previdência para o ano que vem.

Os dirigentes sindicais defendem que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, que altera o sistema previdenciário nacional, estabeleceça, entre outras coisas, idade mínima para a aposentadoria e o teto da previdência geral para todos os servidores públicos da União, dos estados e dos municípios (paridade entre os servidores).

Segundo o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o Paulinho da Força, um dos participantes da reunião, Rodrigo Maia disse que só vai se posicionar amanhã (30) sobre o adiamento da votação, após conversar com os líderes partidários e sentir a disposição deles quanto à votação da reforma da Previdência.

Os sindicalistas relataram a Maia a situação e como a reforma está sendo vista em suas entidades. “Fizemos um relato de como é que estamos vendo essa questão da reforma da Previdência, da rejeição que a população tem feito à reforma, principalmente, à questão da idade mínima, e também a essa transição que ninguém consegue entender. Fizemos um pedido, por unanimidade das centrais, para que ele [Maia] adiasse a votação para o ano que vem”, disse Paulinho.

De acordo com o deputado, o adiamento da votação será importante para que o tema seja mais debatido e também para que se abra um espaço de debate com as centrais sindicais. Ele enfatizou que o maior debate é importante para que no ano que vem os pontos da reforma estejam mais esclarecidos para a classe trabalhadora.

Paulinho informou que os dirigentes sindicais ressaltaram, na reunião com Maia, os riscos que a votação da reforma da Previdência pode trazer para o Congresso. “Colocamos que durante um certo período do ano teve uma radicalização do povo contra o Congresso com manifestações inclusive violentas. Achamos que a votação da Previdência vai trazer isso de volta. Vai trazer toda uma radicalização do povo contra o Congresso, e isso é muito ruim.”

Greve geral

O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, destacou que a única condição que os trabalhadores têm para impedir que o Congresso vote a reforma da Previdência é fazer greves, como uma forma de pressão aos congressistas.

“A única condição que temos de impedir essa reforma é fazendo greve nacional contra a reforma da Previdência. No dia 5 (terça-feira), vamos fazer uma greve nacional para impedir a reforma. A greve é o único instrumento que nós temos para o enfrentamento”, disse Freitas.

 

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