Assine Brasil em Folhas / Nuvem / Pressreader



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


23 de Sep de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

...

...

 
Notícias
 Astiz e Acosta condenados à prisão perpétua por crimes na ditadura argentina - Jornal Brasil em Folhas
Astiz e Acosta condenados à prisão perpétua por crimes na ditadura argentina


A Justiça argentina condenou nesta quarta-feira (29) dois ex-pilotos militares por participar dos voos da morte, um dos métodos de desaparecimento forçado durante a última ditadura (1976-1983).

Mario Daniel Arrú e Alejandro Domingo DAgostino foram condenado à prisão perpétua por participar dos voos nos quais opositores eram lançados vivos no mar ou nas águas do Rio da Prata de aviões militares, uma forma de fazê-los desaparecer sem deixar vestígios.

O ex-piloto militar argentino-holandês Julio Poch, também acusado no caso, foi absolvido, assim como Ricardo Ormello.

Poch foi extraditado da Espanha em 6 de maio de 2010.

Ao depor em 2013, Poch negou sua participação nos voos e disse nunca ter estado na Escola de Mecânica da Armada (ESMA), o mais emblemático centro de extermínio do regime, nem ter integrado um grupo de trabalho de repressão ilegal na ditadura.

Eu não participei da luta contra a subversão e eu não tive nada que ver com os voos da morte e não confessei porque não tenho nada a confessar, disse aos juízes o ex-aviador, que foi piloto na Transavia, filial da Air France da KLM.

Poch se reformou como capitão-de-fragata em fevereiro de 1981, após o que radicou-se na Holanda com mulher e três filhos.

É a primeira vez que a Justiça emite uma sentença pelos voos da morte na Argentina, que já julgou e condenou vários agentes da ditadura por diversos crimes, como homicídios, tormentos e roubos de bebês.

Entre as vítimas dos voos da morte estão as freiras francesas Alice Domon e Léonie Duquet, sequestradas e assassinadas juntamente com fundadoras do organismo humanitário Mães da Praça de Maio, em dezembro de 1977.

Os restos mortais de Duquet e três mães da Praça de Maio foram encontrados pouco após seu sequestro em uma praia da costa atlântica argentina e enterrados sem nome em um cemitério próximo. Em 2005, foram exumados e identificados pela Equipe Argentina de Antropologia Forense. Domon continua desaparecida.

As sentenças sobre os voos da morte ocorreram no âmbito de um processo com 54 denunciados que investigou 789 atos, o maior desde 2003 e o terceiro julgamento por violações dos direitos humanos cometidos na ESMA.

Trinta mil pessoas desapareceram durante a ditadura, segundo organismos humanitários.

 

Últimas Notícias

Deputado Marlúcio promove caminhonetadas em várias regiões de Aparecida
Dia da Árvore: desmatamento vem caindo, mas ainda há desafios
Brincar com os quatro elementos da natureza ajuda a criança a se desenvolver melhor
Meninas que praticam esportes, cuidado com a alimentação!
Indústria paulista fecha 2,5 mil postos de trabalho em agosto
Aneel descarta revisão de bandeira tarifária em conta de luz
BNDES: empréstimos para Cuba e Venezuela não deveriam ter sido feitos
Brasil amplia investimento em educação infantil, diz OCDE

MAIS NOTICIAS

 

Toffoli toma posse hoje na presidência do STF
 
 
Chanceler do Paraguai visita Brasil para negociar construção de pontes
 
 
Indústria recua em oito dos 15 locais pesquisados pelo IBGE em julho
 
 
Brasil amplia investimento em educação infantil, diz OCDE
 
 
México investiga caso de deputadas forçadas a renunciar
 
 
A série de ataques de 11 de Setembro completa 17 anos

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212