Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


18 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Mulheres de altos cargos do governo dos EUA se somam ao movimento #MeToo - Jornal Brasil em Folhas
Mulheres de altos cargos do governo dos EUA se somam ao movimento #MeToo


Mais de 220 diplomatas, ex-diplomatas e funcionárias de Defesa e Segurança Nacional dos Estados Unidos somaram seus nomes ao movimento #MeToo, ao divulgar uma carta na qual denunciaram que o assédio sexual é muito recorrente em seus círculos de trabalho.

As mulheres da comunidade de Segurança Nacional, como são chamadas na carta publicada na noite de segunda-feira, protestaram contra o abuso e a discriminação das mulheres, argumentando que, assim como no setor privado, suas denúncias são ignoradas e são prejudicadas profissionalmente por homens.

Nós também somos sobreviventes de assédio sexual, agressões e abuso, ou conhecemos outras que são, escreveram.

Isso não é apenas um problema em Hollywood, no Vale do Silício, em redações, ou no Congresso. Está em todas as partes. Esses abusos nascem do desequilíbrio de poder e de entornos que permitem tais práticas, enquanto silenciam e envergonham as sobreviventes.

As signatárias ocuparam ou ocupam postos de alto escalão nos departamentos de Defesa e de Estado, na Casa Branca, ou em agências de Inteligência, entre elas 60 embaixadoras e ex-embaixadoras.

Apesar do grande número de mulheres que entrou nesses setores, muitas pedem demissão e são poucas as que chegam a altos cargos, acrescentaram.

Muitas mulheres são impedidas ou expulsas dessas áreas por homens que usam seu poder para agredir um espectro e perpetuar, às vezes inconscientemente, entornos que silenciam, menosprezam e descuidam das mulheres a favor do outro, indicaram.

Essa comunidade também deve abordar os sérios desequilíbrios de gênero em cargos de liderança, pois as equipes dominadas por homens são mais inclinadas a abusos, enquanto as equipes mais diversas são constantemente vinculadas a melhores resultados.

Também recomendaram que os institutos de seus organismos deveriam obrigatoriamente capacitar todos os funcionários em temas de assédio e estabelecer canais privados para reportar abusos e queixas.

Paralelamente, aconselharam que todas as mulheres que renunciam a suas funções no governo deveriam ser entrevistadas, pois suas declarações poderiam revelar o alcance das situações de assédio.

 

Últimas Notícias

Governadores pedem ao STF julgamento de processos sobre repasses
Ministro quer atrair investimentos privados para Jardim Botânico do RJ
Fies vai oferecer 100 mil vagas a juro zero para alunos de baixa renda
TJ libera R$ 13 milhões para Vale ressarcir gastos do governo mineiro
Vale pede mais tempo para analisar Termo de Ajuste Preliminar
Deputados do Rio presos podem ter posses suspensas
Vale suspende operação em barragem em Brucutu e de mina em Brumadinho
TRE-RJ mantém ex-deputado Paulo Melo inelegível até 2024

MAIS NOTICIAS

 

Sul do Chile enfrenta 45 focos de incêndios florestais
 
 
Governo de Minas oferece suporte psicossocial às vítimas de Brumadinho
 
 
Força Nacional de Segurança começa a deixar o Ceará
 
 
Licitação de ônibus em São Paulo tem contratos de R$ 71 bi em 20 anos
 
 
Força Nacional vai atuar em Belém na primeira quinzena de março
 
 
Fiocruz alerta para agravamento de doenças na população após tragédia

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212