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20 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Taxa de mortalidade dispara entre hospitalizados por opiáceos - Jornal Brasil em Folhas
Taxa de mortalidade dispara entre hospitalizados por opiáceos


Pessoas hospitalizadas pelo uso de opiáceos, incluindo analgésicos prescritos e heroína, estão quatro vezes mais propensas a morrer do que há 15 anos, informou um estudo americano nesta segunda-feira (4).

Pessoas brancas com mais de 50 anos e baixa renda são as mais atingidas por esse aumento, segundo as descobertas publicadas na revista Health Affairs.

Em 2000, menos de meio porcento (0,43%) das internações motivadas por opiáceos resultavam em morte, em comparação com os 2,02% em 2014, de acordo com o estudo, liderado por pesquisadores da Universidade de Harvard.

Mais de 35 mil pessoas morreram por overdose de heroína e opioides sintéticos no ano passado, afirmou o autor principal do estudo, Zirui Song, professor assistente de Política de Cuidados na Escola de Medicina de Harvard.

Com a nação lidando com uma piora na epidemia de opiáceos, as razões para o aumento da mortalidade incluem a crescente potência da heroína e a alta no uso de fentanil, que muitas vezes é letal.

A taxa de hospitalização por opiáceos manteve-se relativamente estável, mas os pacientes estão cada vez mais propensos a serem internados por condições mais mortais, como intoxicação por opioides, ou heroína, segundo o relatório.

Antes de 2000, a maioria das internações por opiáceos era por dependência e abuso de desta substância.

As taxas de mortalidade estão inalteradas entre as pessoas que deram entrada no hospital para tipos de drogas não opiáceas.

Este estudo é o primeiro a se concentrar em pacientes cujo diagnóstico primário estava relacionado a opiáceos.

Também inclui pessoas com seguro público e privado.

Esses resultados estão apenas riscando a superfície do que os profissionais de saúde e formuladores de políticas poderiam usar para ajudar os pacientes e o público, e a imagem que eles pintam é preocupante, disse Song.

À medida que os Estados Unidos combatem a epidemia de opiáceos, os esforços para ajudar os hospitais a responder à crescente gravidade da intoxicação por opiáceos são extremamente necessários, especialmente em populações vulneráveis e com deficiência.

 

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