Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


15 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 ONU Mulheres usa internet para combater feminicídio na América Latina e Caribe - Jornal Brasil em Folhas
ONU Mulheres usa internet para combater feminicídio na América Latina e Caribe


Em todo o mundo, ao menos uma em cada três mulheres com mais de 15 anos já foi alvo de violência sexual, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), de 2013. A situação é ainda mais preocupante na América Latina e Caribe, onde, de acordo com o secretariado da Organização das Nações Unidas (ONU) dedicado a promover a igualdade de gênero e o empoderamento feminino, a ONU Mulheres, estão 14 dos 25 países com as maiores taxas de assassinatos de mulheres por razões de gênero. No Brasil, segundo o Mapa da Violência Sobre Homicídios de Mulheres, divulgado em 2015, mais de 106 mil mulheres foram assassinadas em todo o país
Rio de Janeiro - Protesto no Dia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher, pelo fim da violência contra as mulheres e contra o PL 5069/13, em frente à Câmara de Vereadores (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Rio de Janeiro - Protesto em novembro de 2015 no Dia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher

Para chamar a atenção para o tema, a ONU Mulheres desenvolve, durante todo o dia de hoje (7), ações nas redes sociais, a partir do Brasil e demais países da América Latina e Caribe. A iniciativa faz parte dos chamados Dezesseis Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, campanha mundial que o órgão faz anualmente para conscientizar a população sobre os diferentes tipos de agressão contra meninas e mulheres em todo o mundo.

“Estamos fazendo um chamado de urgência aos Estados, às instituições públicas e privadas e à sociedade em geral para nos unirmos e acabar com o assassinato de mulheres em função de gênero na América Latina e Caribe. É um chamamento em prol da mudança de práticas pessoais, institucionais e de Estado”, disse à Agência Brasil a representante do escritório da ONU Mulher no Brasil, Nadine Gasman.

De acordo com a representante, a violência contra as mulheres reflete uma cultura machista que desvaloriza a população feminina e está entre as mais frequentes violações aos direitos humanos, associando-se à falta de segurança pública e ao sentimento de impunidade. Para Nadine, as várias instâncias da sociedade podem contribuir efetivamente para a superação do quadro atual.

“As pessoas, principalmente aqueles homens envolvidos em um relacionamento abusivo, precisam compreender que há muitas formas de resolver problemas e que a violência não é uma delas. E todos devemos refletir sobre como agimos em relação a outras pessoas, em particular em relação às mulheres”, disse Nadine.

Para a representante, o Estado e as instituições públicas devem se empenhar em mudar a cultura machista e violenta e criar mecanismos para, além de proteger os direitos de meninas e mulheres latino-americanas e caribenhas, garantir a punição dos criminosos. Nadine também destacou a importância de leis como a brasileira Lei Maria da Penha, sancionada em 2006 para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher e modificada recentemente.

“É importantíssimo por fim à impunidade. Principalmente porque, na maioria dos casos de feminicídio, o autor do crime é alguém próximo da vítima. Punir os criminosos é uma forma de o Estado dar a mensagem clara e inequívoca de que a violência contra as mulheres não é aceitável. Isso acaba tendo um caráter preventivo”, ponderou Nadine, pontuando que a iniciativa privada também pode colaborar. “As empresas podem contribuir instituindo mecanismos que coíbam o assédio e a violência contra as mulheres. É importante as funcionárias receberem apoio e terem onde pedir ajuda, mesmo quando violentadas fora do ambiente de trabalho.”

 

Últimas Notícias

Presidente Díaz-Canel defende trabalho de médicos cubanos no Brasil
Ministério vai lançar edital para repor vagas de médicos cubanos
CFM afirma que há médicos suficientes para atender Brasil
Associação lança projeto para conscientizar população sobre diabetes 2
Transposição do S. Francisco está na pauta de prioridades da transição
Temer inaugura primeira etapa do acelerador de elétrons Sirius
Temer diz que decidirá “lá na frente” reajuste de ministros do STF
Só um governador do Nordeste participa de encontro em Brasília

MAIS NOTICIAS

 

No Congresso, Temer defende reuniões frequentes entre Poderes
 
 
Bolsonaro reafirma, no Congresso, compromisso com a Constituição
 
 
Bolsonaro critica Enem e diz que prova deve cobrar conhecimentos úteis
 
 
Governo de transição dividiu trabalhos por temas em dez frentes
 
 
Para ministro, é “mais simples” unir MEC com Ciência e Tecnologia
 
 
Bolsonaro e Temer iniciam hoje formalmente governo de transição

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212