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21 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Governo brasileiro diz que status de Jerusalém deve ser definido após negociação - Jornal Brasil em Folhas
Governo brasileiro diz que status de Jerusalém deve ser definido após negociação


Diante do anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel, o governo brasileiro manteve sua postura histórica e afirmou que o status de Jerusalém deve ser definido em negociações que garantam a paz entre Israel e a Palestina.

“O governo brasileiro reitera seu entendimento de que o status final da cidade de Jerusalém deverá ser definido em negociações que assegurem o estabelecimento de dois estados vivendo em paz e segurança dentro de fronteiras internacionalmente reconhecidas e com livre acesso aos lugares santos das três religiões monoteístas, nos termos das resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas, como a Resolução 478 de 1980, entre outras”, disse, em nota, o Ministério das Relações Exteriores.

O Itamaraty destacou também que as fronteiras de Israel e Palestina devem ser definidas a partir de negociações entre os dois Estados. O governo brasileiro reconheceu o Estado da Palestina em 2010.

A declaração de Trump já gera tensão no território. O chefe político do movimento islamita Hamas, Ismail Haniyeh, convocou os palestinos a começar amanhã uma terceira Intifada, termo que significa levante ou revolta. As duas intifadas anteriores, em 1987 e 2000, provocaram mortes dos dois lados.

Haniyeh pediu uma reunião com todas as partes palestinas para discutir a situação atual e acertar as medidas políticas a serem tomadas diante dos eventos. “Devemos tomar decisões, formular políticas e desenvolver uma estratégia para nos opor ao novo complô em Jerusalém e na Palestina”, declarou o dirigente.

Por outro lado, segundo declarou em entrevista coletiva o primeiro-ministro palestino, Rami Hamdala, que chegou a Gaza na manhã de hoje, “Jerusalém é a capital da Palestina”, e segundo ele, este fato é mais importante que qualquer ação ou decisão que se possa tomar a partir dos EUA.

Repercussão internacional

Líderes de vários países se posicionaram a respeito da decisão de Trump sobre Jerusalém. O papa Francisco disse estar profundamente preocupado. Já o ministro das Relações Exteriores britânico, Boris Johnson, afirmou que a medida do governo norte-americano torna urgente a discussão de um processo de paz no Oriente Médio.

No parlamento alemão, o líder do Partido Social Democrata, Martin Schulz, fez duras críticas a Trump. “O país em que a ONU tem sua sede, o país com uma das constituições mais maravilhosas do mundo, está sendo liderado por um homem que, com suas ações, está questionando os pilares da liberdade global democrática”.

 

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