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17 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Secretaria pede transferência de Rogério 157 para prisão de segurança máxima - Jornal Brasil em Folhas
Secretaria pede transferência de Rogério 157 para prisão de segurança máxima


O pedido de transferência do traficante Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, do presídio Bangu 1, no Complexo de Gericinó, para uma prisão federal de segurança máxima fora do Rio de Janeiro foi encaminhado nesta segunda-feira (11) pela Secretaria de Estado de Segurança (Seseg) para a 20ª Vara Criminal do Rio de Janeiro. O traficante foi preso quarta-feira (6), durante operação da Seseg nas comunidades da Mangueira, Tuiuti e Arará/Mandela, na zona norte da cidade.

No dia da prisão, em entrevista coletiva, o secretário de Segurança, Roberto Sá, disse que, por questões de segurança, pediria a transferência do traficante para dificultar a comunicação dele com parceiros de sua facção criminosa.

Para encaminhar o pedido, a Seseg precisou seguir um processo até chegar à Justiça. Após reunir informações, a solicitação precisa passar pelo Ministério Público e pela defesa do criminoso. Se a decisão da Justiça for favorável, o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), do Ministério da Justiça e Cidadania, é que indica a unidade do sistema prisional federal que receberá Rogério 157.

O traficante era procurado desde o dia 17 de setembro, quando começou a guerra entre facções comandadas por ele e um antigo parceiro, Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, pelo controle da venda de drogas na comunidade da Rocinha, em São Conrado, na zona sul da cidade. Por causa dos intensos tiroteios no local, foi necessário montar operações policiais com emprego das Forças Armadas, que chegaram à comunidade em apoio às polícias do estado no dia 22 de setembro e continuaram por lá até o dia 29 do mesmo mês.

Na operação em que foi preso Rogério 157, as Forças Armadas foram responsáveis pelo cerco às comunidades e pelo controle de acesso e desobstrução de vias próximas. Algumas foram interditadas e o espaço aéreo controlado. Também participaram da operação agentes das polícias Civil e Militar, da Força Nacional de Segurança Pública e da Polícia Federal.

 

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