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21 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Motim conservador no Parlamento britânico para votar acordo do Brexit - Jornal Brasil em Folhas
Motim conservador no Parlamento britânico para votar acordo do Brexit


O governo conservador britânico sofreu uma derrota nesta quarta-feira (13) quando vários de seus deputados se somaram à oposição para fazer com que o Parlamento tenha a última palavra sobre o acordo final de separação com a União Europeia (UE).

A Câmara dos Comuns aprovou a emenda com 309 votos a favor e 305 contra.

Theresa May e seu governo prometeram ao Parlamento que votaria o acordo final, mas resistia a colocar por escrito que se trataria de uma votação legalmente vinculante.

Nesta quarta-feira, May reiterou sua promessa na sessão de controle à primeira-ministra: submeteremos à votação das duas Câmaras do Parlamento o acordo final de saída entre o Reino Unido e a UE antes que entre em vigor.

Foi exatamente um deputado conservador - Dominic Grieve - que apresentou a emenda à lei de saída da UE que exige uma votação verdadeiramente significativa deste acordo final.

Em declarações a Sky News, Grieve negou ser um rebelde, e esclareceu que sua emenda pretende impor por escrito e explicitamente uma votação que, segundo ele e a oposição, o governo poderia eludir, descumprindo suas promessas.

O governo nos disse que no fim do ano que vem haverá um processo no Parlamento para validar e dar o aval ao acordo, explicou Grieve.

Mas nesta lei que estamos tramitando nesse momento, na cláusula 9 do projeto de lei, há um poder que poderia ser invocado para evitar totalmente e ignorar esse processo, acrescentou.

- Poderes medievais -

A cláusula 9 à qual Grieves se refere é a que daria ao governo os poderes conhecidos como poderes de Henrique VIII, que permitiram ao monarca medieval governar por decreto.

Ainda esta tarde não entendo porque o governo precisa deste poder, disse Grieve, referindo-se à cláusula 9, no debate sobre a emenda na Câmara dos Comuns.

Não estou preparado para entregar esse poder, acrescentou o deputado, que chamou a pretensão do governo de cheque em branco.

Por votação significativa, explicou o trabalhista Chuka Umunna, os deputados entendem que seria antes da data de saída, que seriam dados ao Parlamento muitos detalhes do acordo e que o Parlamento deveria aprová-lo antes que seja assinado pela primeira-ministra, Theresa May.

May perdeu a maioria absoluta na Câmara dos Comuns nas eleições de junho, o que a obrigou a entrar em acordo com os unionistas da Irlanda do Norte do DUP (Partido Democrata Unionista).

Sua fraca maioria não resistiu à rebelião de um grupo de deputados e a emenda seguiu.

Em um artigo no jornal Daily Telegraph, a deputada conservadora Heidi Allen disse que votaria a favor da emenda para proteger a maioria de eleitores de sua circunscrição, que votou a favor de continuar na UE: quero que confiem no rumo que estamos tomando, escreveu.

A derrota de May coloca um freio abrupto a uma semanal triunfal que começou na sexta-feira passada em Bruxelas, quando, contra os prognósticos, conseguiu alcançar um acordo com a UE para passar à seguinte fase de negociações de separação, que abordará as futuras relações comerciais.

 

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