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13 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Reforma fiscal nos EUA é ameaça para os pobres, segundo ONU - Jornal Brasil em Folhas
Reforma fiscal nos EUA é ameaça para os pobres, segundo ONU


A reforma fiscal atualmente discutida no Congresso americano ameaça implodir o sistema de assistência social para os mais pobres, afirmou nesta sexta-feira (15) uma especialista da ONU em Washington.

Philip Alston, relator especial das Nações Unidas sobre a pobreza extrema e os direitos humanos, fez as declarações ao concluir uma visita de duas semanas aos Estados Unidos e a Porto Rico, onde estudou como a pobreza extrema afeta o respeito aos direitos humanos.

O vasto projeto de reforma fiscal e redução de impostos, proposto pelo presidente Donald Trump, representaria um aumento mais forte das desigualdades que alguém pode imaginar, se for aprovado, afirmou Alston em coletiva de imprensa.

Para financiar a reforma, o governo da maior potência econômica mundial, foca em fazer grandes economias e encerrar vários programas sociais, que vão fazer explodirem os sistemas de proteção social, alertou o diplomata australiano.

O projeto de reforma fiscal é essencialmente uma tentativa de fazer dos Estados Unidos o campeão mundial de desigualdade extrema, disse.

O governo de Trump apresentou a reforma, que deve ser votada antes do Natal, como a maior redução de impostos da história, para estimular o crescimento, os salários, os lucros das empresas e repatriar as receitas de multinacionais. Mas alguns especialistas estimam que isso só beneficiará os mais ricos.

Nos Estados Unidos, 12,7% da população, cerca de 40,6 milhões de pessoas, vivem abaixo da linha de pobreza. A taxa de pobreza entre os brancos não hispânicos é de 8,8%, enquanto entre os negros é de 22% e entre os hispânicos é de 18,4%.

Alston denunciou justamente a dimensão racial da pobreza. Mas existem também brancos vivendo na pobreza extrema no país e os golpes no sistema social são para todo mundo, afirmou.

Ele também criticou os obstáculos administrativos que impedem os mais pobres de fazer valer seus direitos civis e políticos.

Alston deve apresentar seu relatório final ao Conselho de Direitos Humanos da ONU em junho de 2018 em Genebra.

 

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